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Marco da Inovação da UFJF

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creativity-idea-inspiration-innovation-pencilA Diretoria de Inovação e a Pró-reitoria Pós-graduação e Pesquisa iniciam os debates entre os pesquisadores e o conjunto da UFJF sobre a Lei 13.243, os vetos presidenciais e as articulações para contorná-los (uma vez que não foram derrubados no Senado), bem como sobre a minuta do decreto regulamentador, além de colher sugestões sobre a resolução da UFJF.

 

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SUGESTÕES

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SUGESTÕES RECEBIDAS

Diogo Felício: 

“Quando listado na página do CRITT os benefícios do marco regulatório, está previsto: ‘Ampliação do tempo máximo que os professores das universidades federais poderão trabalhar em projetos institucionais de ensino, pesquisa e extensão, ou exercer atividades de natureza científica e tecnológica de 120 para 460 h/ano (8 h/semana).’

No meu entendimento, o texto não está claro. Na resolução da UFJF penso que os artigos 14-A e 20-A (4 parágrafo) devem ser apresentados de maneira explícita, ou seja: ‘Professores com dedicação exclusiva poderão exercer atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação de forma remunerada em empresas particulares por 460 h/ano (8 h/semana) desde que observada a conveniência do órgão de origem e assegurada a continuidade de suas atividades de ensino ou pesquisa nesse órgão, a depender de sua respectiva natureza.’

Penso que esse é um dos grandes avanços do marco e deve ser apresentado com interpretação clara, em consonância com a lei para evitar interpretação dúbia.”

 

Tiago Timponi Torrent:

“-Implementar um programa de creditação na graduação para a participação em projetos semestrais de pesquisa e desenvolvimento, nos moldes do URAP da UC Berkeley, por exemplo (urap.berkeley.edu).

-A UFJF deve explorar ao máximo as possibilidades de integração com o mercado produtivo. Nesse sentido, não deve impor limites ou entraves às possibilidades de colaboração entre empresas, de um lado, e docentes e TAEs do outro, no desenvolvimento de produtos inovadores.

-A UFJF deveria criar uma plataforma que permita à instituição ofertar seus produtos e serviços inovadores ao mercado, de modo a facilitar as parcerias com o meio produtivo. Nesse sentido, é importante também que haja um marco regulador institucional descentralizado que – sem excluir a instituição do processo, obviamente, uma vez que será a UFJF a detentora de eventual patente ou registro – possa deixar claros ao pesquisador quais são os limites de sua autonomia para negociar parcerias, colaborações e oferta de produtos e serviços desenvolvidos na UFJF.”

 

 

 

 

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