UFJF - Universidade Federal de Juiz de Fora

2º semestre 2018

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GRADE MESTRADO – 2º SEMESTRE 2018

 

 

Segunda

 

Terça

 

Quarta

 

Quinta

Cinema, Cultura e Sociedade no Brasil (2039028) – Luís Rocha Melo

Noite

(18h às 22h)

 

 

 

Tópicos em Artes, Cultura e Linguagens II (2039012) – Glaucia Villas Bôas

 

Manhã

(08h às 12h)

 

 

Narrativas em Cinema e Audiovisual (2039019) – Christian Pelegrini

 

Tarde

(14h às 18h)

 

 

Estética, Cultura e Linguagens (2039003) – Mariana Lage

 

 

Manhã

(08h às 12h)

 

Metodologia da Pesquisa em Artes, Cultura e Linguagens (2039015) – Maria Claudia Bonadio

 

 

Tarde

(14h às 18h)

 

Música e interdisciplinaridade  (2039017) – Luiz Castelões

 

 

 

Manhã

Sala 09

(08h às 12h)

Tópicos em Artes, Cultura e Linguagens I (2039011 ) – Rosane Preciosa

 

 

 

Manhã

 (08h às 12h)

Cinema e Dramaturgia (2039007) – Sérgio

 

 

 

Tarde

(14h às 18h)

 

Obs.:

 

 

Ementas e Bibliografia:

 

Prof. Sérgio Puccini

CINEMA E DRAMATURGIA

Ementa:

Aborda questões relativas a dramaturgia audiovisual, relações entre teatro e cinema, construções dramáticas e narrativas no cinema de ficção e documentário.

Realismo e dramaturgia, o novo cinema inglês dos anos 1960.

Utilizando-se, como base, de um referencial teórico voltado para a teoria do drama, o curso enfocará a análise dos conteúdos dramatúrgicos de filmes centrado na produção do cinema inglês a partir dos anos 1960.

BIBLIOGRAFIA DO CURSO:

ASHBY, Justine; HIGSON, Andrew (org.). British cinema, past and presente. London, New York: Routledge, 2001.

BROWN, John Russell. A short guide to modern British drama. London: Heinemann Educational Books, 1982.

CARDINALE-POWELL, Bryan; DIPAOLO, Marc. Devised and directed by Mike Leigh. London: Bloomsbury, 2013.

CARLSON, Marvin. Teorias do teatro. São Paulo: Editora UNESP, 1995.

CORNER, John. The art of record, a critical introduction to documentary. Manchester, New York: Manchester University Press, 1996.

DELANEY, Shelagh. A taste of honey. London: Methen Drama, 1997.

DURGNAT, Raymond. A mirror for England, British movies from austerity to affluence. London: Palgrave Macmillan, BFI, 2011.

ELSON, John. Post-war British drama. London, Boston, Henley: Routledge & Kegan Paul, 1979.

EYRE, Richard, WRIGHT, Nicholas. Changing stages, a view of British and american theatre in the twentieth century. New York: Alfred A. Knopf, 2001.

FRIEDMAN, Lester. Fires were started, British cinema and thatcherism. New York: Columbia University Press, 2006.

GAUDREAULT, André; JOST, François. A narrativa cinematográfica. Brasília: Editora UNB, 2009.

HAYWARD, Susan. Key concepts in cinema studies. London, New York: Routledge, 1997.

HEDLING, Erik. Lindsay Anderson, maverick film-maker. London, Washington: Cassel, 1998.

HILL, John. Ken Loach, the politics of film and television. London: BFI, 2011.

_________. Sex, class and realism, British cinema 1956-1963. London: Palgrave, 2011.

HOGGART, Richard. The uses of literacy, aspects of the working-class life. London: Penguin Books, Chatto & Windus, 2009.

HOUSTON, Penelope. O cinema contemporâneo. Lisboa: Ulisseia, 1963.

INNES, Christopher. Modern British drama, 1890-1990. Cambridge, New York: Cambridge University Press, 1995.

KELLY, Richard (org.). Alan Clarke. London: Faber and Faber, 2010.

KITCHIN, Laurence. Mid-century drama. London: Faber and Faber, 1962.

LACEY, Stephen. British realist theatre, the new wave in its context 1956-1965. London and New York: Routledge, 2010.

__________________. Tony Garnett. Manchester: Manchester University Press, 2007.

LAY, Samantha. Britsh social realism, from documentary to brit grit. London, New York: Wallflower, 2009.

LEIGH, Mike. Naked and other screenplays. London: Faber and Faber, 1995.

MACKILLOP, Ian; SINYARD, Neil. British cinema of the 1950s: a celebration. Manchester and New York: Manchester University Press, 2003.

MURPHY, Robert (org). The British cinema book. Londres: BFI, 2009.

__________________________. Realism and tinsel, cinema and society in britain 1939-49. London, New York: Routledge, 2003.

NAGIB, Lúcia; MELLO, Cecília (edit.). Realism and the audiovisual media. New York: Palgrave, 2009.

NEWLAND, Paul (org.). Dont look now, British film in the 1970s. Bristol, Chicago: Intellect, 2010.

OSBORNE, John. Look back in anger. London: Faber and Faber, 2013.

__________________. The entertainer. London: Faber and Faber, 2013.

O’SULLIVAN, Sean. Mike Leigh. Urbana, Chicago, Springfield: University of Illinois Press, 2011.

PAVIS, Patrice. Dicionário de teatro. São Paulo: Editora Perspectiva, 2001.

POWELL, Danny. Studying British cinema: the 1960’s. Leighton Buzzard: Auteur, 2009.

RABY, Peter (org.). Cambridge companion to Harold Pinter. Cambridge: Cambridge University Press, 2009.

RAPHAEL, Amy. Mike Leigh on Mike Leigh. London: Faber and Faber, 2008.

ROSENFELD. Anatol. Teatro moderno. São Paulo: Editora Perspectiva, 1997.

SANDFORD, Jeremy. Cathy come home. London; New York: Marion Boyars Publishers, 2011.

SARRAZAC, Jean-Pierre (org.). Léxico do drama moderno e contemporâneo. São Paulo: Cosac Naify, 2012.

SZONDI, Peter. Teoria do drama moderno (1880-1950). São Paulo: Cosac Naify, 2001.

________________. Teoria do drama burguês. São Paulo: Cosac Naify, 2004.

STREET, Sarah. British national cinema. London; New York: Routledge, 2005.

SUSSEX, Elizabeth. Lindsay Anderson. London: Studio Vista, 1969.

SWANN, Paul. The British documentary film movement, 1926-1946. Cambridge: Cambridge University Press, 2008.

ROBERTS, Philip. The Royal Court Theatre and the modern stage. Cambridge: Cambridge University Press, 2004.

TAYLOR, B. F.. The British new wave. Manchester, New York: Manchester University Press, 2006.

TAYLOR, John Russel. Anger & after, a guide to the new British drama. London: Methuen & Co Ltd, 1969.

_________________________ (org.). John Orborne: look back in anger. London: Macmillan, 1989.

TODOROV, Tzvetan. Os gêneros do discurso. São Paulo: Martins Fontes, 1980.

TUCKER, David (org.). British social realism in the arts since 1940. London: Palgrave. 2011.

WALKER, Alexander. Hollywood U.K., the British films in the sixties. New York: Stein and Day, 1974.

________________________. Icons in the fire, the rise and fall of practically everyone in the British film industry – 1984-2000. London: Orion, 2004.

WHITEHEAD, Tony. Mike Leigh. Manchester: Manchester University Press, 2007.

WILLIAMS, Raymond. Tragédia moderna. São Paulo: Cosac Naify, 2002.

_________________________. Drama em cena. São Paulo: Cosac Naify, 2010.

WINSTON, Brian. Claiming the real, the griersonian documentary and its legitimations. London: BFI Publishing, 1995.

WRIGHT, Basil. The long view, an international history of cinema. St Albans: Paladin, 1976.

XAVIER, Ismail. O olhar e a cena. São Paulo: Cosac Naify, 2003.

 

 

Prof. Luís Rocha Melo

Cinema, Cultura e Sociedade no Brasil

A partir da produção intelectual produzida sobre o cinema no Brasil, este curso pretende compreender as dimensões ideológicas que envolvem desde a história e a historiografia do cinema no Brasil no que se refere à sua prática, aos elementos estilísticos e autorais.

Curso: Cinema no Brasil: entre o “nacional-popular” e o “intimismo”

Ementa:

O Curso objetiva provocar reflexões acerca das relações entre cinema, cultura e sociedade no Brasil, tomando como pontos de partida o conceito de historiografia audiovisual e o conflito entre duas correntes estéticas e ideológicas dos anos 1950-70 no cinema brasileiro, quais sejam, o “nacional-popular” e o “intimismo”. O curso apresentará e discutirá noções de marginalidade, realismo, brasilidade e experimentalismo a partir de obras como Limite (Mário Peixoto, 1930), A mulher de longe (Lúcio Cardoso, 1949), Porto das Caixas (Paulo César Saraceni, 1962), A margem (Ozualdo Candeias, 1967), O insigne ficante (Jairo Ferreira, 1983), entre outras.

Bibliografia:

AGUIAR, Flávio. A comédia nacional no teatro de José de Alencar. São Paulo: Editora Ática, 1984.

AMARAL, Aracy (org). Arte para quê? A preocupação social na arte brasileira (1930-1970). Subsídio para uma história social da arte no Brasil. São Paulo: Studio Nobel, 2003.

AUTRAN, Arthur. Alex Viany: crítico e historiador. São Paulo: Perspectiva, 2003.

______________. O pensamento industrial cinematográfico brasileiro. São Paulo: Hucitec, 2013.

ARAÚJO, Luciana. A crônica de cinema no Recife dos anos 50. Recife: Fundarpe/Companhia Editora de Pernambuco, 1997.

_______________. Joaquim Pedro de Andrade. Primeiros tempos. São Paulo: Alameda, 2013.

BERNARDET, Jean-Claude. Historiografia clássica do cinema brasileiro. São Paulo: Annablume, 2004.

________________________. Cinema brasileiro: propostas para uma história. São Paulo: Cia das Letras, 2009.

_______________________. Trajetória crítica. São Paulo: Martins Fontes, 2011.

BORDWELL, David. Sobre a história do estilo cinematográfico. Campinas: Unicamp, 2013.

CANDIDO, Antonio. Formação da literatura brasileira. Momentos decisivos (1750-1880). Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2012.

CAPELATO, Maria Helena et al (orgs). História e cinema: dimensões históricas do audiovisual. São Paulo: Alameda, 2007.

COELHO, Renato. O cinema e a crítica de Jairo Ferreira. São Paulo: Alameda, 2017.

COSTA, Flávio Moreira (org). Cinema moderno, Cinema Novo. Rio de Janeiro: José Álvaro, Editor, 1966.

COUTINHO, Carlos Nelson. Cultura e sociedade no Brasil. Ensaios sobre idéias e formas. Rio de Janeiro: DP&A Editora, 2005

BRUM, Alessandra. Hiroshima mon amour e a recepção da crítica no Brasil. São Paulo: Annablume, 2014.

ESCOREL, Eduardo. Adivinhadores de água. São Paulo: Cosac Naify, 2005.

FIGUERÔA, Alexandre. A onda do jovem cinema e sua recepção na França. Campinas: Papirus, 2004.

FERREIRA, Jairo. Cinema de invenção. São Paulo: Limiar, 2000.

GALVÃO, Maria Rita; BERNARDET, Jean-Claude. Cinema. Repercussões em caixa de eco ideológica: as ideias de “nacional” e “popular” no pensamento cinematográfico brasileiro. Rio de Janeiro: Embrafilme; São Paulo: Brasiliense, 1983.

GAMO, Alessandro (org). Críticas de Jairo Ferreira. Críticas de invenção: os anos do São Paulo Shimbum. São Paulo: Imprensa Oficial, 2006.

GOMES, Paulo Emílio Salles. Crítica de Cinema no Suplemento Literário (2 vols). Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981.

_______________________. Cinema: trajetória no subdesenvolvimento. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

_______________________. Humberto Mauro, Cataguases, Cinearte. São Paulo: Ed. Perspectiva/Edusp, 1973.

MORAES, Dênis de. A imprensa comunista e o realismo sociealista no Brasil (1947-53). Rio de Janeiro: José Olympio, 1994.

MORETTIN, Eduardo. Humberto Mauro, Cinema, História. São Paulo: Alameda, 2013.

MOTTA, Carlos Guilherme. Ideologia da cultura brasileira (1933-1974). São Paulo: Ática, 1980.

NEVES, David E. Telégrafo Visual. Crítica amável de Cinema. CALIL, Carlos Augusto (org). São Paulo: Editora 34, 2004.

ORTIZ, Renato. Cultura brasileiro & identidade nacional. São Paulo: Brasiliense, 2005.

____________. A moderna tradição brasileira. Cultura brasileira e indústria cultural. São Paulo: Brasiliense, 2001.

PAIVA, Samuel; SCHVARZMAN, Sheila (orgs). Viagem ao cinema silencioso do Brasil. Rio de Janeiro: Azougue, 2011.

PARANAGUÁ, Paulo Antônio. A invenção do cinema brasileiro. Modernismo em três tempos. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2014.

PAZ, Octavio. Os filhos do barro. São Paulo: Cosac Naify, 2013.

PUPPO, Eugênio (org). Ozualdo R. Candeias. 80 anos. São Paulo: CCBB, 2002.

_____________; HADDAD, Vera (orgs). Cinema marginal e suas fronteiras. São Paulo: CCBB, 2001.

RAMOS, José Mário Ortiz. Cinema, Estado e lutas culturais: anos 1950-60-70. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983.

RAMOS, Fernão. Cinema Marginal (1968/1973). A representação em seu limite. São Paulo: Brasiliense; Rio de Janeiro: Embrafilme, 1987.

RIDENTI, Marcelo. Em busca do povo brasileiro. Artistas da Revolução do CPC à era da TV. São Paulo: Unesp, 2014.

ROCHA, Glauber. Revisão crítica do cinema brasileiro. São Paulo: Cosac Naify, 2003.

______________. Revolução do Cinema Novo. São Paulo: Cosac Naify, 2004.

ROXO, Marco; SACRAMENTO, Igor (org). Intelectuais partidos. Os comunistas e as mídias no Brasil. Rio de Janeiro: E-Papers/Faperj, 2012.

SARACENI, Paulo César. Por dentro do Cinema Novo: minha viagem. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1994.

SCHWARZ, Roberto. Cultura e política. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2001

SCHVARZMAN, Sheila. Humberto Mauro e as imagens do Brasil. São Paulo: Editora UNESP, 2004.

SIMIS, Anita. Estado e cinema no Brasil. São Paulo: Annablume, 1996.

SILVEIRA, Walter da. O eterno e o efêmero (4 vols). DIAS, José Umberto (org). Salvador: Oiti, 2006

TOLEDO, Caio Navarro de. ISEB: Fábrica de ideologias. Campinas: Unicamp, 1997.

VIANNA, Antonio Moniz. Um filme por dia. Crítica de choque (1946-73). CASTRO, Ruy (org). São Paulo: Companhia das Letras, 2004.

VELOSO, Geraldo. O cinema através de mim: a longa trajetória de Theobaldo Odisseu de Almeida. Belo Horizonte: CEC, 2015.

VIANY, Alex. Introdução ao cinema brasileiro. Rio de Janeiro: Alhambra, EMBRAFILME, 1987.

____________. O processo do Cinema Novo. Rio de Janeiro: Aeroplano, 1999.

XAVIER, Ismail. Alegorias do subdesenvolvimento. Cinema Novo, Tropicalismo, Cinema Marginal. São Paulo: Brasiliense, 1993.

_____________. Sétima arte: um culto moderno. O idealismo estético e o cinema. São Paulo: Perspectiva, 1978.

 

 

Prof. Christian Pelegrini

NARRATIVAS EM CINEMA E AUDIOVISUAL 

Ementa: Trata do estudo dos conteúdos narrativos em cinema e audiovisual enfocando as estratégias de construção do discurso e suas relações com modelos de produção e suporte tecnológico dos meios. Abrange tanto o campo do cinema de ficção como do documentário, abordando questões relacionadas a estética, teoria, história e gêneros ficcionais. 

Bibliografia: AUMONT, Jacques. O cinema e a encenação. Lisboa: Texto & Grafia, 2008. BAZIN, André. O cinema: ensaios. São Paulo: Editora Braziliense, 1991. BELLOUR, Raymond. Entre-imagens. Campinas: Papirus Editora, 1997. BERNARDET, Jean-Claude. Brasil em tempo de cinema. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. BORDWELL, David. Narration in the fiction film. Wisconsin: University of Wisconsin Press, 1985. CARRIÈRE, Jean-Claude; BONITZER, Pascal. Prática do Roteiro Cinematográfico. São Paulo: JSN Editora, 1996. CHATMAN, Seymour. Story and discourse. Ithaca and London: Cornell University Press, 1978. CHION, Michel. L’audio-vision, son et image au cinema. Paris: Armand Colin, 2005. COSTA, Flávia Cesarino. O primeiro cinema: espetaculo, narração, domesticação. Rio de Janeiro: Azougue Editorial, 2005. GAUDREAULT, André; JOST, François. A narrativa cinematográfica. Brasília: UNB, 2010. GOSCIOLA, Vicente. Roteiro para as novas midias: do cinema as midias interativas. São Paulo: SENAC, 2008. MACHADO, Arlindo. Pré-cinemas, pós-cinemas. Campinas: Papirus Editora, 1997. MANOVICH, Lev. Language of new media. Massachusetts: MIT Press, 2002. METZ, Christian. A significação no cinema. São Paulo: Editora Perspectiva, 1977. PLANTINGA, Carl R.. Rhetoric and representation in nonfiction film. Cambridge, Cambridge University Press, 1997. RAMOS, Fernão Pessoa. Teoria contemporânea do cinema (vol. I e vol. II). São Paulo: Editora Senac, 2005. RICOEUR, Paul. Tempo e narrativa (vol.II). São Paulo: Martins Fontes, 2010. ROSEN, Phillip. Narrative, apparatus, ideology: a film theory reader. New York: Columbia University Press, 1986. 

 

 

Profª. Rosane Preciosa

Tópicos em Artes, Cultura e Linguagens I

Título: destampar a imaginação para florescer outros modos de criação e subjetivação

Ementa do curso:

Como ficar de pé? como se levantar de uma poltrona onde nos sentimos afundar em tempos de tamanho rancor e ressentimento destilados no ar?  Como ativar o corpo, com que gestos e palavras?

Esse curso busca dialogar com uma aflição pessoal, diante de uma série de acontecimentos políticos que faz o Brasil retrogradar em conquistas nos planos econômico, social, ético e estético.

Diariamente, me faço essa pergunta: como resistir aos modos tristes que esses tempos propagam?  E resistir aqui, sublinho, é menos combater, afrontar, do que vislumbrar alguns lampejos da imaginação que saltam e revertem esse quadro, nos restituindo uma vitalidade e alegria.

O que mais me interessa nesse momento é pensar em conjunto micro ações cotidianas que funcionem  como um laboratório de descompressão imaginativa.

Bibliografia:

Barrento, João. O género intranquilo – anatomia do ensaio e do fragmento. Lisboa: Assírio & Alvim, 2010.

Dias, Rosa. Nietzsche, vida como obra de arte. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira: 2011.

Didi-Huberman, Georges. Levantes: catálogo de exposição no SESC Pinheiros. Sâo Paulo, Edições SESC, 2017.

Larrosa, Jorge. Tremores – escritos sobre experiência. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2014.

Louro, Guacira Lopes. Um corpo estranho – ensaios sobre sexualidade e teoria queer.  Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2008.

Pelbart, Peter Pál . A vertigem por um fio. São Paulo: Iluminuras, 2000.

______________. O avesso do niilismo – cartografias do esgotamento. São Paulo: N-1 edições, 2013.

Preciosa, Rosane. Rumores discretos da subjetividade – sujeito e escritura em processo. Porto Alegre:  Editora Sulina/ UFRGS, 2010.

 

 

 

Prof. Luiz Castelões

Música e Interdisciplinaridade

EMENTA:

A disciplina busca o aprofundamento e avaliação da pesquisa envolvendo composição musical e outras disciplinas (como artes visuais, linguagem verbal, matemática, acústica/psicoacústica, filosofia e biologia), especialmente no que se refere à CAC – Composição (Musical) Assistida por Computador. Partindo de uma postura crítica em relação a abordagens inter-, trans- ou multidisciplinares cujo principal objeto de estudo seja a música, a disciplina inclui originalmente tanto componentes teóricos (revisão bibliográfica, análise de patches de CAC) quanto práticos (programação de patches para composição musical e desenvolvimento de projetos artísticos interdisciplinares envolvendo criação sonora/musical).

FORMA DE AVALIAÇÃO:

Criação e redação de um trabalho final para a disciplina, assumindo o formato de um projeto acadêmico/artístico interdisciplinar (projeto de pesquisa, artigo, ensaio, capítulo de dissertação de mestrado, com ou sem realização prática/artística imediata), no qual a criação musical desempenhe um papel de relevo, sobretudo no que se refira a metodologias de CAC. Embora a implementação (programação) das tecnologias envolvidas não seja obrigatória no âmbito deste trabalho final de disciplina, serão avaliados: a descrição detalhada dos processos criativos a serem implementados, a qualidade da análise sobre os materiais de pesquisa citados e os méritos de estruturação/argumentação do próprio projeto. Data limite de entrega (via email, para <lecasteloes@gmail.com>): ver website da disciplina

PÚBLICO-ALVO:

Compositores e músicos em geral (sobretudo os que estejam visando a uma formação de pós- graduação em Música); programadores e artistas (visuais) interessados em criação sonora/musical.

 

BIBLIOGRAFIA ESPECÍFICA:

ABDOUNUR, Oscar Joao. Matematica e Musica: pensamento analogico na construcao de significados. Sao Paulo: Escrituras Editora, 1999.

CAESAR, Rodolfo. Círculos Ceifados. Sao Paulo: Fapesp, 7 Letras, 2008.

_______________. A escuta, entre o robô e o animal. Revista Portfolio EAV, Vol. 1, No. 1, janeiro 2013. Disponível em: <http://www.revistaportfolioeav.com.br/?p=92> Acesso em: 4 abr. 2013.

CASTELÕES, Luiz E. Matemáticas da Música. A Matematica esta em tudo, por César, Eloi T. et al. (org.) Sao Paulo: Editora Livraria da Física, 2018.

_______________. Musicalising Sonification. OM Composer’s Book, Vol. 3, por Jean Bresson [ed.], Paris: Editions Delatour, 2016.

_______________. “Formas de legitimaçao em música”. Ouvirouver, v. 12, n. 2, p. 494-504 (ago./dez. 2016).

_______________. “Isso aí (ainda) é Música: rascunhos do XI ENCUN para uma atualização do imenso guarda-chuva da composiçao musical.” Revista Claves 9 (Nov. 2013), pp.39-60.

_______________. “Análise espectral e teoria musical em suporte ao pianismo de samba e gêneros afins”. El Oído Pensante, v. 1, p. 1-17, 2013.

_______________. “A Catalogue of musical onomatopoeia”. International Review of the Aesthetics and Sociology of Music, 40 (2009) 2: 299-347.

CASTELÕES, Luiz E.; OLIVEIRA, Talita De; FRANCO, Yago. “Conversores de parámetros del color a parámetros sonoros cuantificables usando los sistemas RGB, HSV y CMYK.” Sonic Ideas, 7(14), 2015.

MALT, Mikhail. “Concepts et modeles, de l’imaginaire a l’écriture dans la composition assistée par ordinateur”, in Musique, instruments, machines. Autour des musiques electroacoustiques, textes réunis et édités par Bruno Bossis, Anne Veitl et Marc Battier, MINT, série Musique et nouvelles technologies, n°2, p. 213-234, Paris IV, Sorbonne, Paris, 2006.

_______________. “Quelques propriétés des représentations, le cas de la notation musicale”, Revista do Conservatorio de Musica da UFPel, Pelotas, no3, p. 1-26, 2010.

REBHAHN, Michael. I hereby resign from New Music. Lecture given at the 46th International Summer Course for New Music Darmstadt, July 20th 2012.

_______________. No problem! Approaches towards an artistic New Music. Transcript of a lecture given at the conference “New Perspectives for New Music in Germany”. Harvard University, Department of Music, April 13th 2013.

SMITH, Ronald B. e MURAIL, Tristan. “An Interview with Tristan Murail”, Computer Music Journal, Vol. 24, No. 1, (Spring, 2000), pp. 11-19.

SOLOMOS, Makis. De la musique au son. L’emergence du son dans la musique des XXe- XXIeme siecles. (manuscrito do autor) Presses universitaires de Rennes, juin 2013.

TABORDA, Tato. “Bio-contraponto: Um enfoque bioacústico para a gênese do contraponto e das técnicas de estruturaçao polifônica.” Tese de doutorado, Universidade do Rio de Janeiro, 2004.

XENAKIS, Iannis. Thought and Mathematics in Composition. Stuyvesant, NY: Pendragon Press, 1992.

ZAGONEL, Bernadete. “Entrevista com Pierre Schaeffer”, Revista Opus, n.11, pp. 283- 303, dezembro de 2005.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

Arom, Simha. African Polyphony & Polyrhythm. Cambridge (UK): Cambridge University Press, 1991.

Boulez, Pierre. A musica hoje. 3a ed. Sao Paulo: Perspectiva, 1986.

_______________. Apontamentos de aprendiz. Sao Paulo: Perspectiva, 1995.

Campos, Augusto de. Musica de invencao. Sao Paulo: Perspectiva, 1998.

Daniélou, Alain. Traite de Musicologie Comparee. Paris: Hermann, 1959.

Gill, K. Z., e Purves D. A Biological Rationale for Musical Scales. PLoS ONE, 4/12 (2009): e8144. doi:10.1371/journal.pone.0008144. Disponível em: <http://www.plosone.org/article/info%3Adoi%2F10.1371%2Fjournal.pone.0008144#s1> Acesso em: 4 abr. 2013.

Kerman, Joseph. Musicologia. 1a ed. Sao Paulo: Martins Fontes, 1987.

Lima, Paulo Costa. Teoria e pratica do compor I. Salvador: Edufba, 2012.

Menezes, Flo. Apoteose de Schoenberg. 2a ed. Sao Paulo: Ateliê Editorial, 2002.

_______________. A acustica musical em palavras e sons. 2a ed. Cotia, SP: Ateliê Editorial, 2014.

Neves, José Maria. Musica contemporanea brasileira. Sao Paulo: Rocordi, 1977.

Nyman, Michael. Experimental Music. New York: Schirmer, 1981.

Pousseur, Henri. Apoteose de Rameau e outros ensaios. Sao Paulo: Ed. Unesp, 2008.

Read, Gardner. Source Book of Proposed Music Notation Reforms. New York: Greenwood Press, 1987.

Schaeffer, Pierre. Ensaio sobre o radio e o cinema. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2010.

Straus, Joseph N. Introduction to post-tonal theory. 3a ed. New Jersey: Pearson Prentice Hall, 2005.

 

Stravinsky, Igor. Poetica musical. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1996.

Tragtenberg, Livio (org.). O ofício do compositor hoje. Sao Paulo: Perspectiva, 2012.

Webern, Anton. O caminho para a musica nova. 2a ed. Sao Paulo: Ed. Novas Metas, 1984.

 

 

Profª. Mariana Lage

 

Estética, Cultura e Linguagens: jogo e performance

 

Ementa: Estudo dos conceitos de jogo e performance a partir de teorias da arte, literárias, filosóficas e etnográficas. Análise das relações entre os conceitos e as práticas artísticas contemporâneas.

 

Bibliografia:

 

AUSTIN, John Langshaw. Quando dizer é fazer. Tradução de Danilo Marcondes de Souza Filho. Porto Alegre: Artes Médicas, 1990.

 

FLUSSER, Vilem. O universo das imagens-técnicas. São Paulo: Annablume, 2008.

 

FLUSSER, Vilem. O mundo codificado. São Paulo: Cosac Naify, 2006.

 

FLUSSER, Vilem. Pós-História: vinte instantâneos e um modo de usar, p. 98. São Paulo: Duas Cidades, 1983.

 

GADAMER, Hans Georg. Verdade e Método. Tradução de Flávio Paulo Meurer. Petrópolis: Editora Vozes, 1999.

 

GUMBRECHT, H. U.; ROCHA, João Cezar de Castro (ed). Corpo e forma: ensaios para uma crítica

não-hermenêutica. Rio de Janeiro: EDUERJ, 1998a.

 

GUMBRECHT, Hans Ulrich. Elogio da beleza atlética. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.

 

GUMBRECHT, H. U. Graciosidade e estagnação: ensaios escolhidos. Introdução e organização Luciana Villas Boas. Tradução Luciana Villas Boas e Markus Hediger. Rio de Janeiro: Editora Contraponto; Editora Puc-Rio, 2012b.

 

HUIZINGA, Johan. Homo Ludens. Tradução João Paulo Monteiro. 4ª edição. São Paulo:Perspectiva, 2000.

 

HYMES, Dell. “Language, Memory, and Selective Performance”. The Journal of American Folklore,Vol. 98, No. 390 (Oct. – Dec., 1985), pp. 391-434 

 

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Profa. Glaucia Villas Bôas 

Tópicos em Artes, Cultura e Linguagens II

Título: Estética e estilo de vida na modernidade da perspectiva de Georg Simmel.

 

Ementa:

 

Nas últimas décadas, as ideias de Simmel (1958-1918) tem sido revisitadas por  estudiosos da sociologia, historia, filosofia, arte e antropologia.  É curioso notar que a releitura do textos simmelianos ocorre justamente em um contexto de grande efervescência do campo da cultura. As publicações do autor sobre arte, visualidade e estilo de vida aparecem com maior frequência e, em diferentes idiomas, seus ensaios sobre artistas, obras de arte, cidade e paisagens etc  ganham espaço nos debates acadêmicos.

 

Costuma-se atribuir a acolhida do pensamento simmeliano aos estudos e interpretações do sociólogo inglês David Frisby, que, além de disponibilizar ao público de língua inglesa A Filosofia do Dinheiro, em 1978, escreveu sobre  as afinidades entre as concepções de cultura e modernidade de Simmel com as discussões sobre a pós modernidade, realçando entre elas a recusa da ideia de totalidade, a fragmentação do tempo e a estética do estilo de vida moderno.

 

O curso pretende chamar a atenção para as revisões e leituras do pensamento de Simmel, que, embora  evoquem  as relações entre modernidade e cultura,  demonstram pouco interesse em colocar em diálogo as ideias do autor com as concepções e práticas atuais da cultura, especificamente das artes, limitando-se a interpretá-las nos seus próprios termos ou cotejá-las com  categorias e noções de outros autores. No seu conjunto, essas interpretações corroboram o modo de pensar corrente sobre a sociologia simmeliana, considerando-a mais filosófica que instrumental e, consequentemente, pouco proveitosa para a pesquisa empírica, o que garante a permanência das ideias do autor em um nicho no qual são reverenciadas e evocadas, sempre que preciso, para ilustrar algumas das “grandes” questões da modernidade.  Neste sentido, o curso questiona as possibilidades efetivas que o pensamento de Simmel oferece para a pesquisa das artes na contemporaneidade.

 

Para tanto, partiremos das concepções de Georg Simmel sobre sociedade (Gesellschaftung), fazer-se sociedade (Vergesellschaftung) e interação (Wechselwirkung), que constituem os fundamentos de sua abordagem sociológica; em seguida, faremos leituras de textos que contemplem as afinidades entre estética, estilo de vida e dinheiro na obra do autor. Essa  discussão será complementada com os escritos simmelianos  sobre a indiferença (estilo blasé de homens e mulheres modernos e urbanos) e, concomitante e urgente necessidade de receber estímulos de toda sorte.  Finalmente a terceira parte do curso  será dedicado a sociologia estética do autor, através da leitura e discussão dos ensaios O Significado estético do rosto, Estética do retrato, Sobre Exposições de arte  e A Moldura. 

O programa do curso será apresentado no primeiro dia de aula.

 

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