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Artigos em anais de Congressos

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2020

ABERGO 2020 – XX Congresso Brasileiro de Ergonomia

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 UMA PROPOSTA DE INSTRUMENTO DE ANÁLISE DA ACESSIBILIDADE EM EDIFÍCIOS ESCOLARES  

Emmanuel Sá Resende Pedroso, Priscila Castro de Oliveira, Ana Carolina Resende Vasconcelos, Marianne Rodrigues Vieira e Letícia Altomare Carvalho Nunes Ferreira 

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Resumo 

A promoção da acessibilidade junto ao ambiente construído é algo imprescindível. Ao contemplar as demandas e expectativas de todos, o espaço acaba por permitir ao usuário realizar escolhas, o que contribui de maneira direta para a sua independência e autonomia. O ambiente escolar corrobora esse entendimento, visto que o espaço de caráter educacional acessível favorece o processo ensino-aprendizagem, bem como a inclusão do discente, docente e/ou funcionário com deficiência ou mobilidade reduzida. O objetivo geral deste estudo consiste em apresentar, em síntese, uma ferramenta de análise da acessibilidade em edifícios escolares, direcionada ao contexto brasileiro. Para tanto, a metodologia empregada abrangeu a técnica de documentação indireta, que possibilitou a realização de uma revisão bibliográfica acerca dos temas acessibilidade, apropriação e ambiente escolar; além de técnicas de avaliação pós-ocupação como checklist, grupo focal, observação e matriz de descobertas, acompanhadas pelo levantamento em foto, áudio e/ou vídeo dos espaços. Assim, foram apresentadas a estrutura do instrumento de análise proposto e as considerações e reflexões sobre suas etapas.

 

ANÁLISE DA ACESSIBILIDADE NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA: ESTRUTURA ATUAL E PERSPECTIVAS PÓS-PANDEMIA DE COVID-19

Emmanuel Sá Resende Pedroso, Danielle Alves Rodrigues da Silva, Paola Paiva de Oliveira, Paula Scio Tasca e Sophia Soares Pereira Magalhães 

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Resumo 

A acessibilidade é fundamental para garantir que todos os indivíduos possam usufruir do meio com autonomia e segurança. Dessa forma, é essencial que edifícios e espaços sejam acessíveis. Neste contexto, a luta pelo acesso à educação implica na eliminação de barreiras e na implantação de recursos que assegurem o deslocamento, a comunicação, a orientação e o uso dos ambientes por todos. Logo, é necessário que sejam realizados cada vez mais trabalhos voltados para a promoção da acessibilidade nos espaços de ensino. O presente estudo atua neste sentido, ao ter como objetivo geral a apresentação da estrutura de uma ferramenta de análise da acessibilidade a ser aplicada na Universidade Federal de Juiz de Fora, acompanhada por reflexões acerca das perspectivas referentes à sua futura aplicação, sobretudo diante de demandas decorrentes da pandemia de Covid-19. A metodologia adotada englobou as técnicas da documentação indireta, para uma revisão bibliográfica sobre os temas acessibilidade e ambiente construído; e técnicas de avaliação pós-ocupação componentes do instrumento de análise, como checklist, grupo focal, observação assistemática, levantamento em foto, áudio e/ou vídeo e matriz de descobertas. Logo, juntamente à descrição da ferramenta, foi possível realizar ponderações sobre sua aplicabilidade, assim como acerca de possíveis alterações necessárias em sua estrutura, em função da pandemia.

 

2020

VII Congresso Internacional de Envelhecimento Humano CIEH EXPERIENCE

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O IDOSO E O ESPAÇO PÚBLICO URBANO: ANÁLISE DA ACESSIBILIDADE E PERSPECTIVAS PÓS-PANDEMIA DE COVID-19 

Ana Carolina Resende Vasconcelos Letícia Altomare Carvalho Nunes Ferreira; Marianne Rodrigues Vieira; Priscila Castro de Oliveira; Emmanuel Sá Resende Pedroso

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RESUMO: AS CIDADES BRASILEIRAS TÊM PASSADO POR MUITAS TRANSFORMAÇÕES EM SEU PERFIL DEMOGRÁFICO NAS ÚLTIMAS DÉCADAS, SENDO UMA DAS MAIS VISÍVEIS O AUMENTO DA POPULAÇÃO IDOSA. ASSIM, É IMPORTANTE A REALIZAÇÃO DE TRABALHOS VOLTADOS PARA A ADEQUAÇÃO DO ESPAÇO PÚBLICO URBANO ÀS DEMANDAS DO IDOSO. NESSE PROCESSO, A PROMOÇÃO DA ACESSIBILIDADE É FUNDAMENTAL. NO ENTANTO, O VISLUMBRE DE MUDANÇAS SIGNIFICATIVAS NA REALIDADE PÓS-PANDEMIA DE COVID-19, ACABA POR DEMANDAR PONDERAÇÕES ACERCA DAS AÇÕES ATÉ ENTÃO PRATICADAS DE UMA FORMA GERAL, INCLUSIVE JUNTO A PESQUISAS. O PRESENTE ESTUDO PARTE DESSE ENTENDIMENTO AO APRESENTAR COMO OBJETIVO GERAL A REALIZAÇÃO DE REFLEXÕES ACERCA DA ANÁLISE DA ACESSIBILIDADE EM ESPAÇOS PÚBLICOS DAS CIDADES BRASILEIRAS, TENDO EM VISTA AS EXPECTATIVAS E DEMANDAS DA POPULAÇÃO IDOSA, E DE POSSÍVEIS ALTERAÇÕES JUNTO À MESMA, DECORRENTES DA ASSIMILAÇÃO DE NOVAS QUESTÕES RELACIONADAS AO CENÁRIO PÓS-PANDEMIA. PARA TANTO, FORAM EMPREGADAS A TÉCNICA DE DOCUMENTAÇÃO INDIRETA, QUE PERMITIU UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA SOBRE OS TEMAS ENVELHECIMENTO, ACESSIBILIDADE, APROPRIAÇÃO, ESPAÇO PÚBLICO URBANO E AVALIAÇÃO DE PÓS-OCUPAÇÃO (APO), ALÉM DA OBTENÇÃO DE INFORMAÇÕES REFERENTES À COVID-19, E A TÉCNICA DA DOCUMENTAÇÃO DIRETA, QUE VIABILIZOU A CONSULTA À FERRAMENTA DE ANÁLISE DA ACESSIBILIDADE ADOTADA COMO BASE PARA AS PONDERAÇÕES A SEREM REALIZADAS. LOGO, POR MEIO DESTE TRABALHO, FOI POSSÍVEL ALCANÇAR ENTENDIMENTOS SOBRE A ANÁLISE DA ACESSIBILIDADE, JÁ CONSIDERANDO A CONTEMPLAÇÃO DE PROVÁVEIS PONTOS INERENTES À UMA NOVA RELAÇÃO DO IDOSO COM O ESPAÇO URBANO PÚBLICO A SER APRESENTADA NO PERÍODO APÓS A PANDEMIA, QUE PODEM CARACTERIZAR DIRETRIZES PARA ESTUDOS FUTUROS.

 

PARA ALÉM DO QUARTO: UM ESTUDO SOBRE A APROPRIAÇÃO DO SETOR ÍNTIMO DE UMA INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS 

Lia Maria Gomes Bahia; Clarice Wenzel Pereira; Mariana Soares de Souza; Amanda Pereira da Silva; Emmanuel Sá Resende Pedroso.

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RESUMO: COM O AUMENTO DA POPULAÇÃO IDOSA NO BRASIL, NOTA-SE UMA DEMANDA POR EQUIPAMENTOS URBANOS VOLTADOS A ESSE PÚBLICO DA POPULAÇÃO, DENTRE OS QUAIS ESTÃO AS INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS (ILPIS). NO ENTANTO, O PROCESSO DE INGRESSO EM UMA MORADIA COLETIVA INSTITUCIONAL PODE MUITAS VEZES APRESENTAR UMA RUPTURA NA RELAÇÃO ENTRE A PESSOA IDOSA E O AMBIENTE CONSTRUÍDO QUE ACABA POR AFETAR A QUALIDADE DE VIDA DO INDIVÍDUO. O ESTUDO AQUI APRESENTADO TEVE ORIGEM NA REALIZAÇÃO DE UMA ANÁLISE DA ACESSIBILIDADE JUNTO À ILPI FUNDAÇÃO ESPÍRITA JOÃO DE FREITAS, LOCALIZADA NA CIDADE DE JUIZ DE FORA, MINAS GERAIS, BRASIL, NA QUAL FOI VERIFICADA UMA INTENSA RELAÇÃO AFETIVA ENTRE OS RESIDENTES E SUAS CASAS OU APARTAMENTOS. O OBJETIVO GERAL DESTE TRABALHO CONSISTE EM APRESENTAR ESSE VÍNCULO AFETIVO ENTRE OS IDOSOS E O SETOR ÍNTIMO, BEM COMO REALIZAR REFLEXÕES ACERCA DESSA CONSTATAÇÃO. PARA TANTO, FORAM UTILIZADAS A TÉCNICA DA DOCUMENTA??O INDIRETA, PARA UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA SOBRE OS TEMAS IDOSO, ILPI, ACESSIBILIDADE, AFETIVIDADE E APROPRIAÇÃO, ALÉM DE TÉCNICAS EMPREGADAS NA FERRAMENTA DE ANÁLISE QUE PROPORCIONOU A OBTENÇÃO DE DADOS REFERENTES À ACESSIBILIDADE NA INSTITUIÇÃO – ENTREVISTA, OBSERVAÇÃO ASSISTEMÁTICA E LEVANTAMENTO FOTOGRÁFICO. ASSIM, FOI POSSÍVEL MOSTRAR O ELO AFETIVO CONSTATADO ENTRE OS IDOSOS RESIDENTES E A ILPI, ATENTAR PARA ASPECTOS PRESENTES NA RELAÇÃO ENTRE O SETOR ÍNTIMO E APROPRIAÇÃO BEM COMO REALIZAR PONDERAÇÕES ACERCA DOS MESMOS.

 

DA CASA À CIDADE: UMA ANÁLISE DA RELAÇÃO DO IDOSO COM O AMBIENTE CONSTRUÍDO 

Raquel Esposito Fortuna; Jaqueline Leite Sousa; Ana Laura Ferreira Pinheiro; Emmanuel Sá Resende Pedroso”

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RESUMO: O AMBIENTE CONSTRUÍDO DEVE CONTRIBUIR PARA A PRESERVAÇÃO DA AUTONOMIA E DA INDEPENDÊNCIA DO IDOSO, ASPECTOS FUNDAMENTAIS PARA A SUA QUALIDADE DE VIDA. ESTE MEIO, SEJA ELE A CASA DA PESSOA IDOSA OU A CIDADE NA QUAL ELA RESIDE, DEVE SER ACESSÍVEL, PERMITINDO A SUA PLENA UTILIZAÇÃO. O PROJETO DE EXTENSÃO OFICINA O AMBIENTE DO IDOSO, DINÂMICA APLICADA A GRUPOS DE IDOSOS NA CIDADE DE JUIZ DE FORA, MINAS GERAIS, BRASIL, VOLTADA PARA A ABORDAGEM DE SITUAÇÕES DO COTIDIANO DA PESSOA IDOSA, CORROBORA A IMPORTÂNCIA DAS DUAS ESCALAS – ARQUITETÔNICA E URBANA – NA ANÁLISE DA RELAÇÃO ENTRE O IDOSO E O MEIO. A PARTIR DESSE TRABALHO, POIS, SÃO POSSÍVEIS VÁRIOS ESTUDOS SUBSEQUENTES. DENTRE ELES, ENCONTRA-SE O PRESENTE ARTIGO, QUE POSSUI COMO OBJETIVO GERAL REALIZAR UMA ANÁLISE ACERCA DAS QUESTÕES PROPOSTAS NO PROJETO DE EXTENSÃO EM QUESTÃO, RELACIONADAS À CASA E À CIDADE, BEM COMO DAS RESPOSTAS DOS PARTICIPANTES ÀS DUAS ESCALAS. PARA TANTO, FOI ADOTADA A TÉCNICA DA DOCUMENTAÇÃO INDIRETA, QUE PERMITIU O APROFUNDAMENTO DOS TEMAS IDOSO, AMBIENTE CONSTRUÍDO, ACESSIBILIDADE E APROPRIAÇÃO, POR MEIO DE UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA, A DOCUMENTAÇÃO DIRETA, PARA O ACESSO AOS DADOS DAS DINÂMICAS, A MATRIZ DE DESCOBERTAS, COMO ESTRUTURA PARA O TRATAMENTO E ANÁLISE DOS DADOS OBTIDOS JUNTO ÀS ESCALAS DA CASA E DA CIDADE E O LEVANTAMENTO FOTOGRÁFICO DE MOMENTOS DA OFICINA. ASSIM, FORAM ALCANÇADOS IMPORTANTES ENTENDIMENTOS SOBRE A PRESENÇA E A INFLUÊNCIA DE ASPECTOS DO AMBIENTE DOMÉSTICO E DO ESPAÇO URBANO NA VIDA DOS IDOSOS PARTICIPANTES DA OFICINA.

 

ENVELHECENDO EM JUIZ DE FORA: UMA CARTILHA VOLTADA À POPULAÇÃO IDOSA 

Emmanuel Sá Resende Pedroso; Lara Vilela Vitarelli.

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RESUMO: O PROCESSO DE ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO BRASILEIRA É UMA REALIDADE. DIANTE DESSA CONSTATAÇÃO, VERIFICA-SE A NECESSIDADE DE UM NÚMERO CADA VEZ MAIOR DE ESTUDOS VOLTADOS PARA A PESSOA IDOSA. EM 2008, A ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS) PUBLICOU O “GUIA GLOBAL: CIDADE AMIGA DO IDOSO”, COM PARÂMETROS NECESSÁRIOS À UMA RESPOSTA POSITIVA DOS MUNICÍPIOS À PESSOA IDOSA. O OBJETIVO GERAL DO PRESENTE TRABALHO É APRESENTAR, EM SÍNTESE, A CARTILHA “ENVELHECENDO EM JUIZ DE FORA: EQUIPAMENTOS URBANOS E SERVIÇOS VOLTADOS À POPULAÇÃO IDOSA EXISTENTES NO MUNICÍPIO”, CONTENDO SERVIÇOS E EQUIPAMENTOS URBANOS DESTINADOS AO IDOSO, EXISTENTES NA CIDADE DE JUIZ DE FORA, MINAS GERAIS, BRASIL, DISTRIBUÍDOS SEGUNDO OS CRITÉRIOS DA OMS. O DESENVOLVIMENTO DESTE ESTUDO FOI PAUTADO NA TÉCNICA DOCUMENTAÇÃO INDIRETA, QUE POSSIBILITOU O APROFUNDAMENTO JUNTO AOS TEMAS IDOSO, ESPAÇO URBANO E CIDADE AMIGA DO IDOSO E A OBTENÇÃO DE INFORMAÇÕES REFERENTES AO CONTEXTO JUIZ-FORANO. A PARTIR DA CONSTITUIÇÃO DE UMA BASE DE DADOS E ESTRUTURAÇÃO DA MESMA DE ACORDO COM OS PARÂMETROS ESTABELECIDOS PELA OMS, FOI POSSÍVEL ALCANÇAR UM PANORAMA ACERCA DOS SERVIÇOS E LOCAIS DISPONIBILIZADOS AOS IDOSOS NO MUNICÍPIO. ASSIM, A CARTILHA ATUA NO SENTIDO DE INFORMAR A POPULAÇÃO IDOSA, CONTRIBUINDO DE MANEIRA SIGNIFICATIVA PARA A MELHORIA DE SUA RELAÇÃO COM A CIDADE E IDOSO, ALÉM DE SERVIR COMO FONTE DE PESQUISAS E AÇÕES FUTURAS EM PROL DESSE PÚBLICO, NA LOCALIDADE EM QUESTÃO.

 

BARREIRAS PRESENTES NA RELAÇÃO ENTRE O IDOSO E O AMBIENTE CONSTRUÍDO: UM ESTUDO A PARTIR DO PROJETO DE EXTENSÃO OFICINA O AMBIENTE DO IDOSO 

Emmanuel Sá Resende Pedroso; Jaqueline Leite Sousa; Juliana Maximiano Queiroz; Poliana Rocha de Almeida; Raquel Esposito Fortuna

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RESUMO: A RELAÇÃO ENTRE O INDIVÍDUO IDOSO E O AMBIENTE CONSTRUÍDO É MARCADA PELA EXISTÊNCIA DE DIVERSAS BARREIRAS. TAL CONSTATAÇÃO É UMA REALIDADE NO CONTEXTO BRASILEIRO, EM QUE MUITOS ESPAÇOS NÃO ATENDEM ÀS DEMANDAS DOS IDOSOS. TORNAR UM AMBIENTE ACESSÍVEL IMPLICA NÃO SOMENTE NA REALIZAÇÃO DE UMA INTERVENÇÃO FÍSICA, MAS TAMBÉM NA CONSCIENTIZAÇÃO DE TODA A POPULAÇÃO. NESTE CONTEXTO, TORNA-SE IMPORTANTE DISCRIMINAR AS BARREIRAS VERIFICADAS, DE MANEIRA A DIRECIONAR AÇÕES FUTURAS VOLTADAS PARA A SUPERAÇÃO DAS MESMAS. CONSIDERANDO ESSA QUESTÃO, O PROJETO DE EXTENSÃO OFICINA O AMBIENTE DO IDOSO TRAZ, COMO PROPOSTA, DINÂMICAS APLICADAS A GRUPOS DE IDOSOS, ONDE SÃO DISCUTIDAS SITUAÇÕES DO SEU COTIDIANO NO AMBIENTE DOMÉSTICO E NA CIDADE E AS BARREIRAS ENCONTRADAS NESSAS OCASIÕES. LOGO, O OBJETIVO GERAL DESTE ESTUDO CONSISTE EM REALIZAR DISCUSSÕES E REFLEXÕES ACERCA DAS BARREIRAS EXISTENTES NA RELAÇÃO ENTRE O INDIVÍDUO IDOSO E O AMBIENTE CONSTRUÍDO, CONSTATADAS NA DINÂMICA PROPOSTA PELA OFICINA. PARA TANTO, FORAM ADOTADAS AS TÉCNICAS DA DOCUMENTAÇÃO INDIRETA, A FIM DE PERMITIR UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA SOBRE OS TEMAS IDOSO, AMBIENTE CONSTRUÍDO E ACESSIBILIDADE, DA DOCUMENTAÇÃO DIRETA, PARA A CONSULTA AOS DADOS REGISTRADOS JUNTO ÀS DINÂMICAS REALIZADAS, DA MATRIZ DE DESCOBERTAS, PARA ESTRUTURAR O TRATAMENTO DOS DADOS – REFERENTES ÀS BARREIRAS – ADVINDOS DA APLICAÇÃO DA OFICINA E DO LEVANTAMENTO FOTOGRÁFICO, PARA ILUSTRAR ALGUNS PONTOS DO ESTUDO EMPREENDIDO. ASSIM, FOI POSSÍVEL OBTER UM PANORAMA DAS BARREIRAS ATUANTES JUNTO AOS PARTICIPANTES DA OFICINA QUE PODERÁ NORTEAR TRABALHOS SUBSEQUENTES, FOCALIZADOS NA OBTENÇÃO DE AMBIENTES VOLTADOS À PESSOA IDOSA REALMENTE ACESSÍVEIS“.

 

2019

VI Congresso Internacional de Envelhecimento Humano

VI-CIEH

 A PESSOA IDOSA E O ESPAÇO PÚBLICO: A RELAÇÃO DO IDOSO COM A PRAÇA

Emmanuel Sá Resende Pedroso; Isabella Cristina Aquino de Souza; Nívea de Fátima Scheffer Fernandes

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Resumo: Nas últimas décadas, várias das cidades brasileiras de médio a grande porte tem passado por um processo de transformação de seus espaços urbanos que, em muitos casos, tem sido caracterizado pela perda de alguns referenciais urbanos, como edifícios e locais públicos. Dentre os últimos citados,encontra-se a praça, lugar com o qual muitas vezes o idoso atual manteve uma relação muito próxima ao longo da vida. Assim, diante da iminente perda de significado desses espaços públicos urbanos, a pessoa idosa surge como um possível agente de preservação desses lugares, haja vista os laços afetivos – de identidade e pertencimento – por ela estabelecidos com esses locais ao longo da vida. Sendo assim, este trabalho tem como objetivo geral atentar para a relação afetiva existente entre o idoso e a praça, o que torna essenciais não somente a preservação desse importante espaço público, mas também

o incentivo e garantia de apropriação do mesmo pela população idosa. Para isso, foi utilizada a técnica a documentação indireta, de maneira a permitir uma revisão bibliográfica sobre os temas aqui tratados, sendo eles terceira idade, espaço público e apropriação. Uma vez abordados tais conceitos, foi possível realizar reflexões e ponderações sobre o afeto existente entre a pessoa idosa e a praça.

Palavras-chave: idoso, espaço público, praça, apropriação. 

 

A TRAVESSIA DO IDOSO: UM ESTUDO ACERCA DO CRUZAMENTO ENTRE AS AVENIDAS BARÃO DO RIO BRANCO E PRESIDENTE ITAMAR FRANCO, NA CIDADE DE JUIZ DE FORA, MINAS GERAIS, BRASIL

Emmanuel Sá Resende Pedroso; Giulia Sgarbi Santos Moraes; Ana Carolina Resende Vasconcelos; Felipe Borboni Delgado

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Resumo: As cidades brasileiras, especialmente aquelas de médio a grande porte, passaram nas últimas décadas por um crescimento caracterizado não somente pelas transformações verificadas junto aos edifícios e espaços públicos, mas também pelas demandas cada vez maiores por soluções envolvendo a mobilidade urbana e o transporte público. Em meio a estas últimas, encontra-se o aumento do número de veículos e os desafios dele decorrentes como, por exemplo, a coexistência entre automóveis e pedestres, maximizados quando este indivíduo alcança a velhice, haja vista a perda funcional que acompanha o processo de envelhecimento – condição esta visível, por exemplo, na diminuição da velocidade de marcha da pessoa idosa. Aqui se instala o objetivo geral deste estudo, que consiste em realizar reflexões e ponderações acerca da travessia do idoso no cruzamento entre as Avenidas Barão do Rio Branco e Presidente Itamar Franco, na cidade de Juiz de Fora, estado de Minas Gerais, Brasil. Com a adoção da técnica da documentação indireta, para uma revisão bibliográfica sobre os temas envolvidos no trabalho – terceira idade, acessibilidade e mobilidade urbana – e levantamentos – dos tempos semafóricos e fotográfico – pois, foi possível alcançar importantes conclusões a respeito da relação entre a pessoa idosa e o trânsito no local estudado.

Palavras-chave: idoso, acessibilidade, mobilidade urbana, trânsito.

 

ANÁLISE DA ACESSIBILIDADE EM UMA INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS

Danielle Lopes Vilas; Lia Maria Gomes Bahia; Lídia Martins de Almeida; Victor José Bocafoli Machado; Emmanuel Sá Resende Pedroso

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Resumo: O envelhecimento em curso no contexto brasileiro tem levado a um aumento significativo da demanda da parcela idosa da população por serviços e equipamentos urbanos. Dentre estes últimos, encontram-se as moradias coletivas institucionais, também chamadas Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs). Nestes espaços, a promoção da acessibilidade, condição básica à preservação da qualidade de vida dos usuários de um determinado ambiente, assume importância ainda maior, sendo decisiva na preservação dos mais altos níveis possíveis de autonomia e independência dos residentes. O objetivo geral do estudo aqui apresentado é apresentar, em síntese, a aplicação de uma ferramenta de análise da acessibilidade em uma ILPI – Abrigo Santa Helena – localizada na cidade de Juiz de Fora, estado de Minas Gerais, Brasil. Para tanto, foram empregadas, além da técnica de documentação indireta para uma revisão bibliográfica sobre os temas terceira idade, ILPI, acessibilidade espacial e técnicas de avaliação pós-ocupação (APO) como checklist e entrevista semi-estruturada, no trabalho de campo, e matriz de descobertas, no tratamento de dados. Logo, uma vez aplicado o instrumento, foi obtido um diagnóstico da acessibilidade na instituição que pode orientá-la em intervenções e ações futuras.

Palavras-chave: idoso, Instituição de Longa Permanência para Idosos, acessibilidade.

 

OFICINA O AMBIENTE DO IDOSO: UMA ABORDAGEM DA RELAÇÃO ENTRE A PESSOA IDOSA E O AMBIENTE CONSTRUÍDO

Raquel Esposito Fortuna; Jaqueline Leite Sousa; Monique Aparecida Vieira Pacheco; Emmanuel Sá Resende Pedroso

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Resumo: Ao alcançar a velhice, o indivíduo por vezes se depara com um ambiente que não mais atende às suas demandas ou expectativas. Tal situação é ainda mais comum no contexto brasileiro, onde o aparato – equipamentos urbanos e serviços – destinado à população idosa não se apresenta em número suficiente. Neste cenário, iniciativas focalizadas na melhoria da qualidade de vida do idoso revelam-se extremamente importantes. Aqui se instala o objetivo geral deste estudo, que consiste em apresentar, em síntese, a proposta e aplicação de uma oficina junto a um grupo de idosos no Centro de Convivência Dona Itália Franco, na cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil, com vistas a incentivar discussões e reflexões acerca da relação da pessoa idosa com o ambiente construído, seja ele o edifício ou a cidade. Para tanto, a metodologia empregada é baseada na técnica da documentação indireta, a fim de viabilizar uma revisão bibliográfica sobre os temas terceira idade e ambiente construído, bem como uma pesquisa acerca de uma dinâmica a ser adotada como base para a oficina pretendida. A partir, pois, da escolha de um jogo (bingo), foram definidos pontos referentes ao cotidiano da pessoa idosa no ambiente doméstico e no espaço urbano, sendo a atividade aplicada junto a sessenta e um idosos no Centro de Convivência Dona Itália Franco, na cidade de Juiz de Fora, estado de Minas Gerais, Brasil, o que proporcionou tanto a obtenção de dados quanto a discussão sobre as questões tratadas.

Palavras-chave: idoso, oficina, ambiente, arquitetura, cidade.

 

2018

II Congresso Nacional de Envelhecimento Humano

II-CNEH

 

O IDOSO ENQUANTO IMPORTANTE AGENTE NA REVERSÃO DO PROCESSO DE GENTRIFICAÇÃO NA CIDADE DE JUIZ DE FORA 

Emmanuel Sá Resende Pedroso; Giulia Sgarbi Santos Moraes; Joyce Falci de Aguiar

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Resumo:  As modificações ocorridas em grande parte das cidades brasileiras ao longo do tempo, sobretudo naquelas de médio a grande porte, são caracterizadas não somente pelas transformações verificadas junto a edifícios e espaços públicos, mas também pela mudança de muitas moradias das áreas centrais para bairros mais afastados. Tal fenômeno, conhecido como gentrificação, tende a obstaculizar uma multiplicidade de usos no centro urbano, fator essencial à qualidade de vida da população. Diante disso, é essencial incentivar a permanência das pessoas nesses locais. Aqui se instala o objetivo geral deste trabalho, que consiste em atentar para a importância dos idosos enquanto agentes contrários a esse processo na cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais, na medida em que, no caso citado, a maior parte deles ainda reside na área central. Para tanto, foi adotada a técnica da documentação indireta, a fim de possibilitar uma revisão bibliográfica acerca dos temas terceira idade, cidade e gentrificação, assim como a coleta de dados sobre o contexto urbano abordado. Logo, por meio das reflexões realizadas, foi evidenciado o papel antagônico da pessoa idosa diante do fenômeno da gentrificação, que já acomete a cidade alvo deste estudo – cenário este que pode estar se repetindo em outros municípios. Em tempo, foram elencados alguns possíveis estímulos à manutenção da população idosa no centro de Juiz de Fora e à consequente preservação de seus laços afetivos com o lugar, ações estas que certamente poderão ser adotadas em outras cidades que apresentem quadros semelhantes.

Palavras-chave: Idoso, gentrificação, apropriação, cidade, Juiz de Fora.

 

Grupo de Estudos sobre o Indivíduo Idoso