UFJF - Universidade Federal de Juiz de Fora

Bibliografia

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Fase preparatória

 

FEITAL, Andreia Alvim Bellotti. Na tecedura da rede mais um nó se faz presente: a formação continuada do professor para o uso do (a) computador/Internet na escola. 2006. Dissertação (Mestrado)-Programa de Pós Graduação em Educação, Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, 2006.

 

FREITAS, Maria Teresa de Assunção. A perspectiva sócio histórica: uma visão humana da construção do conhecimento. In: FREITAS, Maria Teresa de Assunção; SOUZA, Solange Jobim e; KRAMER, Sonia (orgs.). Ciências humanas e pesquisa: leituras de Mikhail Bakhtin. São Paulo: Cortez, 2003. p. 26-38.

 

FREITAS, Maria Teresa de Assunção. A abordagem sócio-histórica como orientadora da pesquisa qualitativa. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, n. 116, p.21-39, jul. 2002.

 

HORIKAWA, Alice Yoko. Interação pesquisador-professor: por uma relação colaborativa. In: In: MAGALHÃES, Maria Cecília Camargo (org.). A formação do professor como um profissional crítico: linguagem e reflexão. Campinas: Mercado das Letras, 2004. p. 121-143.

 

LIBERALI, Fernanda Coelho. As linguagens das reflexões. In: MAGALHÃES, Maria Cecília Camargo (org.). A formação do professor como um profissional crítico: linguagem e reflexão. Campinas: Mercado das Letras, 2004. p. 87-117.

 

LIMA, Yara Pôrto de Paula. Navegando.com: Um Estudo acerca do Papel da Mediação do Computador / Internet na produção da Subjetividade de Jovens. 2006. Dissertação (Mestrado)-Programa de Pós Graduação em Educação, Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, 2006.

 

MAGALHÃES, Maria Cecília Camargo. A linguagem na formação de professores reflexivos e críticos. In: ______. A formação do professor como um profissional crítico. Campinas: Mercado de Letras, 2004. p. 59-85.

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Fase 1

ANDRÉ, Marli. Pesquisa formação e a prática docente. In: ______. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Campinas: Papirus, 2001.

COSCARELLI, Carla Viana; SANTOS, Else Martins dos. Viciados em F7. Presença Pedagógica, v. 13, n. 75, p. 76-79, maio/jun. 2007.

DOMINGUES, Isaneide. Grupos dialogais: compreendendo os limites entre pesquisa e formação. In: PIMENTA, Selma Garrido; GHEDIN, Evandro; FRANCO, Maria Amélia Santoro (orgs.). Pesquisa em educação: alternativas investigativas com objetos complexos. São Paulo: Loyola, 2006.

FREITAS, Maria Teresa de Assunção. Uma teoria social do desenvolvimento e da aprendizagem. Presença pedagógica. v. 13, n. 73, p. 16, jan./fev. 2007.

GOMES, Marineide de Oliveira. Grupos de pesquisa/formação: potencializando o desenvolvimento profissional de educadoras de crianças pequenas. Pesquisa em educação: alternativas investigativas com objetos complexos. São Paulo: Loyola, 2006.

GUIMARÃES, Valter Soares. O grupo focal e o conhecimento sobre identidade profissional dos professores. In: PIMENTA, Selma Garrido; GHEDIN, Evandro; FRANCO, Maria Amélia Santoro (orgs.). Pesquisa em educação: alternativas investigativas com objetos complexos. São Paulo: Loyola, 2006.

LEAL, Telma Ferraz; MORAIS, Artur Gomes de. A argumentação em textos escritos: a criança e a escola. Belo Horizonte: Autêntica, 2006. 244 p.

LEITE, Sérgio Antônio da Silva; COLOMBO, Fabiana Aurora. A voz do sujeito como fonte primária na pesquisa qualitativa: a autoscopia e as entrevistas recorrentes. In: PIMENTA, Selma Garrido; GHEDIN, Evandro; FRANCO, Maria Amélia Santoro (orgs.). Pesquisa em educação: alternativas investigativas com objetos complexos. São Paulo: Loyola, 2006. p. 117-136.

LIMA, Maria Socorro Lucena. Docência e pesquisa em formação de professores: caminhos que se cruzam nas cartas pedagógicas. In: PIMENTA, Selma Garrido; GHEDIN, Evandro; FRANCO, Maria Amélia Santoro (orgs.). Pesquisa em educação: alternativas investigativas com objetos complexos. São Paulo: Loyola, 2006. p. 137-148.

LISITA, Verbena; ROSA, Dalva; LIPOVETSKY, Noêmia. Formação de professores e pesquisa: uma relação possível? In: ANDRÉ, Marli (org.). O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Campinas: Papirus, 2001. p. 107-128.

MARTINS, João Batista. Vygotsky e a educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.

MARX, K. Teses sobre Feuerbach. In: MARX, K. ; ENGELS, F. A Ideologia Alemã: Feuerbach. 2 ed. São Paulo: Livraria Editora Ciências Humanas Ltda, 1979. p. 11-14.

MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. A Ideologia Alemã: Feuerbach. 2ed. São Paulo: Livraria Editora Ciências Humanas Ltda, 1979. p. 37-57.

OLIVEIRA, Marta Kohl de. Escola e desenvolvimento conceitual. Viver mente e cérebro. São Paulo: Segmento Duetto, n. 02, 2005. p. 68-75.

PIMENTA, Selma Garrido. Pesquisa e formação de professores: contextualização histórica e epistemológica de um projeto integrado. In: GUIMARÃES, Valter Soares (org.). Formar para o mercado ou para a autonomia?: o papel da universidade. Campinas: Papirus, 2006. p. 67-88.

PIMENTA, Selma Garrido. Pesquisa-ação crítico-colaborativa: construindo seu significado a partir de experiências na formação e na atuação docente. In: ______; GHEDIN, Evandro; FRANCO, Maria Amélia Santoro (orgs). Pesquisa em educação: alternativas investigativas com objetos complexos. São Paulo: Loyola, 2006.

SADALLA, Ana Maria Falcão de Aragão; LAROCCA, Priscila. Autoscopia: um procedimento de pesquisa de formação. Educação e pesquisa, São Paulo, v. 30, n. 3, p. 419-433, set./dez. 2004. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ep/v30n3/a03v30n3.pdf>. Acesso em: 05 fev. 2007.

SANTOS, Lucíola L. C. P. Dilemas e perspectivas na relação entre ensino e pesquisa. In: ANDRÉ, Marli. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Campinas: Papirus, 2001.

SOARES, Magda. As pesquisas nas áreas específicas influenciando o curso de formação de professores. In: ANDRÉ, Marli. O papel da pesquisa na formação e na prática dos professores. Campinas: Papirus, 2001.

SZYMANSKI, Heloisa (org.). A entrevista em pesquisa em educação: a prática reflexiva. Brasília: Líber Livro Editora, 2004. 86 p.

TUNES, Elisabeth. Os conceitos científicos e o desenvolvimento do pensamento verbal. Caderno Cedes, São Paulo, n.35, p. 29-39, 2005.

VYGOTSKY, Lev Semenovicth. As raízes  genéticas do pensamento e da linguagem. In: ______. Pensamento e Linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1993. p. 29 – 44.

VYGOTSKY, Lev Semenovicth. O desenvolvimento dos conceitos científicos na infância. In: ______. Pensamento e Linguagem. São Paulo: Marins Fontes, 1993. p. 71-101.

Livros de literatura

ASSIS, Machado de. Helena. São Paulo: Brasileira, 1959. 310 p.

CONY, Carlos Heitor. A casa do poeta trágico. 7.ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 2005.

CONY, Carlos Heitor. Quase memória: quase-romance. 6 ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1995. 213 p.

KHALED, Hosseini. O caçador de pipas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2005. 365 p.

MARQUEZ, Gabriel Garcia. Memórias de minhas putas tristes. 14 ed. Rio de Janeiro: Record, 2006, 127 p.

MOTTA, Nelson. Ao som do mar e à luz do céu profundo. Rio de Janeiro: Objetiva, 2006. 283 p.

RIZIK, Hadi. Compreender Spinoza. Petrópolis: Vozes, 2006. 240 p.

SARAMAGO, José. As pequenas memórias. São Paulo: Companhia das Letras, 2006. 138 p.

VERÍSSIMO, Érico. Clarissa. 51 ed. São Paulo: Globo, 1997. 197 p.

 

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Fase 2

CASTELLS, Manuel. A cultura da virtualidade real: a integração da comunicação eletrônica, o fim da audiência de massa e o surgimento de redes interativas. In: ______. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999. p. 413-466.

CHARTIER, Roger.  A aventura do livro: do leitor ao navegador. São Paulo: Editora UNESP, 1998.

LEMOS, André. Condição pós-moderna e cibercultura. In: ______. Cibercultura, tecnologia e vida social na cultura contemporânea. Porto Alegre: Sulina, 2002. p. 65-103.

LÉVY, Pierre. A virtualização do texto. In: ______. O que é o virtual? São Paulo: Editora 34, 1996. p. 35-50.

LÉVY, Pierre. As operações da virtualização ou o trívio antropológico. In: ______. O que é o virtual? São Paulo: Editora 34, 1996. p. 81-94.

LÉVY, Pierre. As três virtualizações que fizeram o humano: a linguagem, a técnica e o contrato.  In: ______. O que é o virtual? São Paulo: Editora 34, 1996. p. 71-79.

LÉVY, Pierre. Introdução: face à técnica. In: ______. As tecnologias da inteligência. Rio de Janeiro: Editora 34, 1993. p. 7-20.

LÉVY, Pierre. O que é a virtualização? In: ______. O que é o virtual? São Paulo: Editora 34, 1996. p. 15-25.

LÉVY, Pierre. Os três tempos do espírito: a oralidade primária, a escrita e a informática . In: ______. As tecnologias da inteligência. Rio de Janeiro: Editora 34, 1993. p. 75-100.

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Fase 3

ALAVA, Séraphin. Ciberespaço e práticas de formação: das ilusões aos usos dos professores. In: ______. Ciberespaço e formação abertas: rumo a novas práticas educacionais? Porto Alegre: Arlmed, 2002. p. 53–70.

BRAGA, Denise Bértoli. Práticas Letradas Digitais: Considerações sobre possibilidades de Ensino e de Reflexão Social Crítica. In: ARAÚJO, Júlio César (org.). Internet e ensino: novos gêneros, outros desafios. Rio de Janeiro: Lucerna, 2007. p. 181-195.

CAVALCANTE, Marianne Carvalho Bezerra. Mapeamento e produção de sentido: os links no hipertexto. In: MARCUSCHI, Luiz Antônio; XAVIER, Antônio Carlos (orgs.). Hipertexto e Gêneros Digitais: novas formas de construção de sentido. 2. ed. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005. p. 163-169.

FIORIN, José Luiz. Os gêneros do discurso. In: ______. Introdução ao pensamento de Bakhtin. São Paulo: Ática, 2006. p. 60-76.

LÉVY, Pierre. A metáfora do Hipertexto. In: ______. As tecnologias da inteligência: o futuro do o pensamento na era da informática. Rio de Janeiro: Editora 34, 1993. p. 21-42.

LÉVY, Pierre. A virtualização da inteligência e a constituição do sujeito. In: ______. O que é o virtual? São Paulo: Editora 34, 1996. p. 95–118.

LÉVY, Pierre. A virtualização da inteligência e a construção do objeto. In: ______. O que é o virtual? São Paulo: Editora 34, 1996. p. 119–133.

LÉVY, Pierre. O quadrívio ontológico: a virtualização, uma transformação entre outras. In: ______. O que é o virtual? São Paulo: Editora 34, 1996. p. 135–145.

MARCUSCHI, Luiz Antônio. Gêneros textuais emergentes no contexto da tecnologia digital. In: MARCUSCHI, Luiz Antônio; XAVIER, Antônio Carlos (orgs.). Hipertexto e Gêneros Digitais: novas formas de construção de sentido. 2. ed. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005. p. 13-67.

PERAYA, Daniel. O ciberespaço: um dispositivo de comunicação e de formação midiatizada. In: ALAVA, Séraphin (org.). Ciberespaço e formação abertas: rumo a novas práticas educacionais? Porto Alegre: Arlmed, 2002. p. 25–52.

POUTS-LAJUS, Serge. Os professores face à Internet: resultados e perspectivas de uma pesquisa de campo. In: ______. Ciberespaço e formação abertas: rumo a novas práticas educacionais? Porto Alegre: Arlmed, 2002. p. 171–185.

RIBEIRO, Ana Elisa. Kd o prof? Tb foi navegar. In: ARAÚJO, Júlio César (org.). Internet e ensino: novos gêneros, outros desafios. Rio de Janeiro: Lucerna, 2007. p. 221-243.

XAVIER, Antonio Carlos. Leitura, texto e hipertexto. In: MARCUSCHI, Luiz Antônio; XAVIER, Antônio Carlos (orgs.). Hipertexto e Gêneros Digitais: novas formas de construção de sentido. 2. ed. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005. p. 170-180.

 

LEITURA DOS BOLSISTAS

 

FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristovão. Falando e escrevendo. In: ______. Oficina de Texto. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 2003. p. 9-46.

 

FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristovão. A “guerra” das línguas. In: ______. Oficina de Texto. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 2003. p. 47-66.

 

FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristovão. Costurando o texto. In: ______. Oficina de Texto. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 2003. p. 67-85.

 

FARACO, Carlos Alberto; TEZZA, Cristovão. Um sujeito com predicados ou dizendo algo de alguma coisa. In: ______. Oficina de Texto. 4. ed. Petrópolis: Vozes, 2003. p. 86-106.

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Fase 4

AGUIAR, Wanda Maria Junqueira de. A pesquisa junto a professores: fundamentos teóricos e metodológicos. In: ______. Sentidos e significados do professore na perspectiva sócio-histórica: Relatos de Pesquisa. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2006. p. 11-22.

FREITAS, Maria Teresa de Assunção. A abordagem sócio-histórica como orientadora da pesquisa qualitativa. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, n. 116, p.21-39, jul. 2002.

FREITAS, Maria Teresa de Assunção. A perspectiva sócio-histórica: uma visão humana da construção do conhecimento. In: FREITAS, Maria Teresa; SOUZA, Solange Jobim e; KRAMER, Sonia. Ciências Humanas e pesquisa: leitura de Mikhail Bakhtin. São Paulo: Cortez, 2003. p. 26-38.

FREITAS, Maria Teresa de Assunção. A pesquisa em educação: questões e desafios. Vertentes, São João Del Rei, v. 1, p.28-37, 2007.

GONÇALVES, Maria da Graça Marchina. Fundamentos metodológicos da psicologia sócio-histórica. In: BOCK, Ana Mercês Bahia. Psicologia sócio-histórica: uma perspectiva crítica em psicologia. São Paulo: Cortez, 2001. p. 113-127.

LIBERALI, Fernanda Coelho. Formação crítica de educadores: questões fundamentais. São Paulo: Cabral, 2008. 112 p.

MOREIRA, Antonio Flavio Barbosa; KRAMER, Sonia. Contemporaneidade, educação e tecnologia. Educação e Sociedade, Campinas, v. 28, n. 100 – especial, p.1037-1057, out. 2007.

PINO, Angel. O método em Vigotski. In: ______. As marcas do humano: as origens da instituição cultural da criança na perspectiva de Lev Vigotski. São Paulo: Cortez, 2005. p. 179-194.

SANTAELLA, Lucia. O novo estatuto do texto nos ambientes de Hipermídia. In: Inês Signori ni (org.). (Re)discutir texto, gênero e discurso. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. p. 47–72.

VIGOTSKY, Lev. Problemas de método. In:______. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1991. p. 67-85.

 

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Fase 5

 

BOGDAN & BIKLEN. Análise após a recolha de dados. In: ______. Investigação Qualitativa em Educação: uma introdução à teoria e aos métodos. Portugal: Porto Editora, 1994. p. 220–242.

 

BOGDAN & BIKLEN. Redação da investigação.  In: ______. Investigação Qualitativa em Educação: uma introdução à teoria e aos métodos. Portugal: Porto Editora, 1994. p. 243-260.

 

GONZÁLEZ REY, Fernando. El trabajo de campo en la investigacion psicologica y el processo de construccion de la informacion en la investigacion cualitativa. In: ______. La investigación cualitativa en psicologia: rumbos y desafios. São Paulo: EDUC, 1999. p. 97-158.

 

GONZÁLEZ REY, Fernando. Los procesos de generalización del conocimiento y la definición de los campos del conocimiento producido. In: ______. La investigación cualitativa en psicologia: rumbos y desafios. São Paulo: EDUC, 1999. p. 159-180.

 

AMORIM, Marilia. O texto de pesquisa como objeto cultural e polifônico. In: Arquivos Brasileiros de Psicologia. Rio de Janeiro: Instituto de Psicologia, UFRJ/Imago/CNPq, v. 50, n. 4, p. 79-88, 1998.

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Fase 6

 

Fischer, Rosa Maria Bueno. Escrita acadêmica: arte de assinar o que se lê. In: COSTA, Marisa Vorraber; BUJES, Maria Isabel Edelweiss (Orgs.). Caminhos investigativos III: riscos e possibilidades de pesquisar nas fronteiras. Rio de Janeiro: DP&A editora, 2005. p. 117-140.

LIC – Linguagem, Interação e Conhecimento