UFJF - Universidade Federal de Juiz de Fora

Plano de Ensino

Disciplina: ESA075 - TRATAMENTO DE EFLUENTES DOMÉSTICOS

Créditos: 4

Departamento: DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA SANITARIA AMBIENTAL

Ementa Parâmetros de qualidade da água.
Poluição da água. Normas e padrões aplicáveis.
Novos conceitos sobre a ETE.
Estudo de concepção.
Tratamento preliminar.
Tratamento primário.
Reator UASB.
Tratamento secundário.
Lagoas de estabilização.
Tratamento terciário.
Manejo de lodo.
Sistemas individuais.
Sistemas simplificados.
Operação e manutenção de ETE.
Conteúdo Revisão sobre parâmetros de qualidade de água: DBO, DQO, Sólidos, Nitrogênio, Fósforo, Indicadores de contaminação fecal, cor, turbidez, temperatura, pH e OD.
Revisão sobre poluição da água: causas, consequências, fontes e técnicas de controle.
NBR 12.209/2011, NBR 9848/1986, CONAMA 430/2011 e Deliberação Normativa Conjunta COPAM/CERH 01/2008.
Águas de reuso, aproveitamento de biogás, reutilização de lodo (biossólidos), exigências tecnológicas, exigências da economia, anseios da comunidade, preocupação com a operação, com odores, com a estética, com o custo e com o consumo de energia elétrica.
Obtenção de dados e informações, definição das premissas básicas, elaboração das alternativas, estudo de arranjos, definição da alternativa e concepção básica.
Grade de barras (fina, média e grossa), peneiras, desarenador por gravidade e por caixa aerada, calha Parshall - Dimensionamento de grades, desarenador por gravidade e calha Parshall.
Decantador primário e decantador primário quimicamente assistido - Dimensionamento de decantador primário.
Características, vantagens e desvantagens, detalhes construtivos - Dimensionamento do Reator UASB.
Biomassa suspensa: lodo ativado e suas variantes; Biomassa suspensa: filtro biológico percolador, biodiscos, filtro aerado submerso e biofiltro aerado submerso; Sistema híbrido: MBBR - Dimensionamento do Filtro Biológico Percolador.
Anaeróbia, facultativa, aerada facultativa, aerada de mistura completa, de polimento e de maturação - Dimensionamento de lagoa facultativa e de polimento pós Reator UASB.
Desinfecção (remoção de organismos patogênicos): cloração, radiação UV natural e artificial, ozonização, membranas.
Remoção de nitrogênio e fósforo: nitrificação e desnitrificação e remoção biológica de fósforo.
Fluxograma de tratamento de lodo: adensamento, digestão, desaguamento e disposição final. Formas de reuso: preparação de mudas, plantio, recuperação de áreas degradadas e fabricação de outros materiais.
Sistema Fossa-Filtro para comunidades de pequeno porte ou mesmo individuais - Dimensionamento de sistema fossa-filtro.
Opção por sistemas simplificados em locais com baixa arrecadação municipal com dificuldade de técnicos preparados para operação, dificuldade de acesso à energia elétrica: lagoas de estabilização, fossa-filtro, reator UASB + FBP, reator UASB + filtro anaeróbio, UASB + lagoa de polimento e UASB + infiltração no solo.
Detalhes construtivos, detalhes de operação e detalhes de manutenção: tubulações, dispositivos, bombas, aeradores, equipamentos, análises laboratoriais de desempenho, controle de odores, controle de estética e outros.
Bibliografia ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 12.209. Projetos de Estação de Tratamento de Esgotos. Rio de Janeiro: ABNT, 2011.
_______NBR 9.648. Estudo de Concepção de Sistemas de Esgoto Sanitário - Procedimentos. Rio de Janeiro: ABNT. 1986.
BRASIL. Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA). Resolução 430/2011 - Dispõe sobre as condições e padrões de lançamento de efluentes. Brasília/Distrito Federal, 2011.
CHERNICHARO, C. A. L. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias. vol. 5. Reatores Anaeróbios. 2ª ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2007.
JORDÃO, E.P e PESSOA, C. A. Tratamento de Esgotos Domésticos. 6ª ed. Rio de Janeiro: ABES.
METCALF & EDDY. Wastewater Engineering: Treatment, Disposal and Reuse. 4ª ed. New York : McGraw Hill, 2003. 1815p.
Minas Gerais. Conselho Estadual de Política Ambiental. Deliberação Normativa Conjunta COPAM/CERH-MG n° 1 de 05 de Maio de 2008. Dispõe sobre a classificação dos corpos d'água e diretrizes ambientais para o seu enquadramento, bem como estabelece as condições a padrões de lançamento de efluentes e dá outras providências. Belo Horizonte: 2008.
VON SPERLING, M. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias. vol. 1. Introdução à Qualidade das Águas e ao Tratamento de Esgotos. 2ª ed. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1996.
VON SPERLING, M. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias. vol. 2. Princípios Básicos do Tratamento de Esgotos. Belo Horizonte: Editora UFMG ,1996.
VON SPERLING, M. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias . vol. 3. Lagoas de Estabilização. 2ª ed. Belo Horizonte: Editora UFMG , 2002.
VON SPERLING, M. Princípios do Tratamento Biológico de Águas Residuárias. vol. 4. Lodos Ativados. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1997.
Bibliografia (continuação)
Bibliografia complementar Artigos técnicos (periódicos CAPES).
Guias do ReCESA (Rede Nacional de Extensão e Capacitação Tecnológica em Saneamento Ambiental) . Distribuídos em PDF pela professora.
Livros do PROSAB (Programa de Pesquisa em Saneamento Básico e Ambiental).
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