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Reportagem – Intercâmbio entre universidades brasileiras

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Os estudantes matriculados nas instituições federais de ensino superior podem cursar disciplinas em outras universidades que não seja a sua

 

Isso é possível graças ao programa de Mobilidade Estudantil ou Mobilidade Acadêmica, do qual a UFJF é conveniada. O Programa se destina a alunos regularmente matriculados em cursos de graduação de Instituições Federais de Ensino Superior brasileiras, que tenham cursado todas as disciplinas previstas para o primeiro ano ou 1º e 2º semestres letivos do curso, na Instituição de origem (remetente), e possuam, no máximo, uma (01) reprovação por período letivo (ano ou semestre).

 

O aluno interessado deve, junto ao seu coordenador, definir as disciplinas que deseja cursar em outra Instituição. Depois de definidas, verificar, junto à instituição pretendida, se há vagas e qual a ementa oficial da disciplina, para que não haja incompatibilidade de programas. É preciso que o coordenador da universidade remetente analise as ementas para que seja dada a concessão de equivalência, que é obrigatória. Se o programa for aceito, o coordenador deve enviar carta de apresentação à instituição receptora. Por fim, a instituição receptora deve comunicar, oficialmente, à instituição remetente a aceitação do aluno, bem como enviar os comprovantes de matrícula. Essa transferência é temporária e pode durar até, no máximo, um ano.

 

O ex-aluno do Curso de Turismo e hoje mestrando do Programa de Mestrado em Engenharia de Transportes da COPPE/UFRJ, Rafael Teixeira, foi um dos primeiros alunos a participar desse programa. Ele contou ao Giro como foi a experiência e garante “é uma experiência muito válida!”.


Giro: Como se deu esse processo?

 

 

Rafael Teixeira: Cada universidade participante tem um professor responsável pelo Programa. Na Universidade Federal do Paraná há um departamento próprio que lida com as questões da Mobilidade Acadêmica. Eu tive mais dificuldade, pois creio ter sido um dos primeiros alunos da UFJF a participar desse programa, então tive que correr atrás das informações por conta própria.

 

 

Giro: Por que você quis participar desse programa?

RF: Fui atrás de cursar disciplinas que eram diferentes do nosso currículo da época, na UFJF, e que pudessem me acrescentar com conteúdos diferenciados. Além disso, fui também com o objetivo de adquirir experiência profissional, o que foi muito mais fácil em Curitiba do que em Juiz de Fora.

 

 

Giro: Valeu a pena?

RF: Com certeza valeu muito a pena ter participado do Programa. Pude cursar disciplinas com conteúdos diferentes como, por exemplo, “Patrimônio Turístico do Brasil”, “Comportamento do consumidor em Turismo”, dentre outras. Além disso, trabalhei como estagiário no Clube Atlético Paranaense, no Departamento de Visitas ao Estádio deles e também em uma operadora de turismo, onde pude aprender muito.

 

 

Giro: O que foi mais válido nessa mudança?

RF: O aprendizado, as experiências profissionais, os contatos e amizades que fiz em Curitiba.

 

 

 

Giro: Você recomenda essa prática a outros alunos?

 

RF: Recomendo, com certeza, essa prática! Acho que é uma experiência muito válida para aqueles que não estejam com pressa de se formar e que não se importam em atrasar um pouco o curso.

 

Na UFJF a PROGRAD – Pró-Reitoria de Graduação é a responsável pela mobilidade acadêmica. Os interessados devem entrar em contato pelo telefone (32)3229-3787.

 

 

Outras informações, como as instituições participantes, no site da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior – Andifes: www.andifes.org.br.

 

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