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VEÍCULO: JUIZDEFORAONLINE Nelson Hoineff abre curso de Especialização em Televisão, Cinema e Mídias |
| DA REDAÇÃO – 10/04 |
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A Faculdade de Comunicação Social (Facom) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) promove, nesta sexta-feira (11), às 20h00, a aula inaugural do Curso de Especialização em Televisão, Cinema e Mídias Digitais. A palestra será ministrada pelo jornalista e crítico de cinema Nelson Hoineff. Nelson Hoineff especializou-se em HDTV – TV de alta definição e novas tecnologias de distribuição de TV em Nova York e Tóquio. Trabalhou em veículos como os jornais Última Hora, Folha de São Paulo e Jornal do Brasil e as revistas Manchete, Veja e Variety. Na televisão, dirigiu programas jornalísticos para as redes Manchete, SBT, TVE e Bandeirantes e redes internacionais como Discovery Channel e Discovery Kids. A proposta do curso é oferecer conhecimento especializado para aqueles que buscam atuar ou realizar pesquisas em Televisão, Cinema e Mídias Digitais, tanto na área de jornalismo quanto na de entretenimento. Para isso, suas disciplinas e corpo docente foram estruturados de modo a possibilitar ao aluno o constante diálogo entre as instâncias da prática e da reflexão teórica sobre os fazeres midiáticos. A coordenação do curso é das professoras doutoras Iluska Coutinho e Maria Cristina Brandão. “Nosso objetivo é capacitar uma parte dos profissionais que procuram uma formação mais específica”, afirma Iluska. A programação da aula inaugural da pós-graduação em Comunicação na Facom é aberta ao público e comunidade universitária e começa com lançamentos dos livros: Comunicação: Tecnologia e Identidade, que reúne artigos dos professores do PPGCOM e docentes da especialização. Este livro reflete sobre as relações entre Comunicação e Sociedade, através de duas vertentes – a da Tecnologia e a da Identidade – e suas interfaces. Além deste, o lançamento dos livros Telejornalismo – A Nova praça pública e A sociedade do telejornalismo são produções da Rede de Pesquisadores em Telejornalismo, da qual participam as professoras Iluska Coutinho e Christina Musse. Também, o livro Gestão em Comunicação Empresarial, Teoria e Técnica, organizado por Boanerges Lopes Balbino, traz diversos artigos, entre eles dos professores Christina Musse e Paulo Roberto Figueira Leal. |
VEÍCULO: ACESSA.COM
Miss Brasil Gay 2008 traz novidades A organização do Miss decidiu que o novo local vai ser no Cine-Theatro Central
Daniele Gruppi
Repórter
10/04/2008
No dia 19 de agosto de 2007, a Miss Brasil Gay 2007 foi a representante do estado do Espírito Santo, Ianka Ashylen, que recebeu a coroa e a faixa no Clube Tupynambás.
Em 2008, o local foi mudado. Mas a mudança não significa que o evento vai sair de Juiz de Fora, como aconteceu em 2004, quando o coordenador e idealizador do Miss, Chiquinho Motta, levou o Miss Brasil Gay para o Rio de Janeiro, como uma forma de protesto à falta de incentivo que sentia em Juiz de Fora.
Sob a coordenação geral do cabeleireiro Chiquinho, juntamente com a administração do evento: Mirelle Motta (departamento financeiro), Marcelo do Carmo (consultoria administrativa) e André Pavam direção artística), assessorados pelos vários profissionais, ficou decidido que o concurso vai ser realizado no Cine-Theatro Central.
A 32ª edição do concurso vai ser no sábado, dia 16 de agosto. A organização promete que a festa vai ser mais ágil, acontecendo, no máximo, em três horas, com tapete vermelho, arquibancadas externas e projeção para a área externa.
Segundo André Pavam, este ano não vai ter um tema específico. Os shows vão remeter aos tempos do teatro em que as divas eras cultuadas. A organização do evento promete a presença de um artista de renome nacional da cena gay brasileira. Entretanto, ainda não foram revelados nomes. “Estamos formatando o evento, não vimos esta questão ainda”.
A proposta é ocupar os 1851 lugares do Cine-Theatro Central que, de acordo com a organização, é um espaço suficiente se comparado ao Tupynambás. A divisão dos lugares vai ser da seguinte forma: 20 camarotes, com seis lugares cada, totalizando 120 lugares; a Platéia A possui 572 lugares; a Platéia B tem 660 lugares; o Balcão, que fica no 2º piso, possui 269 lugares; e a galeria, 210 lugares. O público-alvo é composto por homossexuais, mas também com grande percentual de heterossexuais.
“A mudança de local vai ser bem-vinda. Pode inicialmente assustar, mas vamos ter mais estrutura de som e luz, além oferecer um lugar mais confortável para o publico. É preciso também se falar em custos, pois montar um teatro em um ginásio é complcado e agora que já estaremos num teatro. Vai ser mais tranquilo. A festa vai ser mais curta. Um espetáculo de duas horas e meia mais ou menos”.
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VEÍCULO: JFMG
Juiz de Fora
Miss Gay 2008 vai ser no Cine-Theatro Central
postada em 10/04/2008 às 10:28 No próximo dia 16 de agosto, Yanka Ashylen, eleita Miss Brasil Gay em 2007, não passará a faixa em um ginásio de clube, como vinha acontecendo há 31 anos. Com data e horário marcados para a 32ª edição do concurso, a organização do evento anuncia que as candidatas concorrerão ao título no Cine-Theatro Central em 2008, a partir das 22h. “A nova formatação responde à necessidade de retirar do gueto um evento com tanta força política. Já era hora de sairmos da beira do rio”, dispara o consultor administrativo do Miss Brasil Gay, Marcelo do Carmo. Apesar da impossibilidade de desfilarem na tradicional passarela em formato T, as futuras concorrentes e seus respectivos produtores, segundo a organização, vêem com bons olhos a mudança, que, como adianta Marcelo, contará também com arquibancadas e telão do lado de fora do teatro.
O consultor administrativo destaca ainda a menor duração da festa, que de quatro ou cinco horas passará para três. A explicação, segundo ele, é a transferência da “galeria da beleza”, que sempre ficou dentro do local do concurso, para a porta do teatro. “Com referência à cerimônia do Oscar, o glamour do desfile será acompanhado do tapete vermelho, estendido em frente ao Central, por onde drags, travestis e personalidades poderão passar durante o concurso. Com o término antecipado do evento, resta-nos tempo para curtir ainda outra festa do Miss Brasil Gay após o desfile”, ressalta Marcelo do Carmo, que planeja mais essa opção e confirma a realização da Domingayra, um dia após o concurso, sem local definido.
Outro argumento utilizado por Marcelo, inclusive para conquistar a opinião do idealizador do Miss Brasil Gay, Chiquinho Cabeleireiro, é com relação à melhor qualidade e menor custo da infra-estrutura. “Transformar um ginásio esportivo em um lugar bonito e elegante é muito difícil. O Cine-Theatro Central já está pronto e dialoga bem com o tema desta edição, que presta homenagem às divas”, enfatiza.
Movimento de sábado no Calçadão pode se estender até a noite
Novamente na direção artística do Miss Brasil Gay, André Pavam aposta em um roteiro mais “amarrado”, capaz de atrair a atenção do público, que, pela nova localidade, não contará com serviço de bar dentro do espaço. Por outro lado, tanto Marcelo do Carmo quanto André Pavam acreditam que, desta forma, o Calçadão da Halfeld, onde uma grande quantidade de pessoas se reúne mais cedo para a Parada do Orgulho Gay, será reativado à noite. “Essa é a segunda parte do projeto, cuja finalidade é potencializar a utilização de bares da região pelos convidados que estarão com pulseiras para entrar e sair do teatro”, esclarece Marcelo do Carmo.
À frente do departamento financeiro do desfile, Mirelle Motta, em nome do tio, Chiquinho Cabeleireiro, defende a manutenção da proposta e da nova equipe, formada há dois anos. Com relação ao número de espectadores, ela não vê tanta diferença, “uma vez que a capacidade máxima no Tupynambás, no ano passado, foi de cerca de duas mil pessoas, pouco mais que os 1.851 lugares disponíveis no Central”. Com relação ao preço dos ingressos, André Pavam ressalta que o custo poderá ser alterado, como todo ano, “mas isso ainda não foi definido”.
De acordo com dados da organização do Miss Brasil Gay, Juiz de Fora recebe mais de oito mil pessoas anualmente durante a Semana do Orgulho Gay. O número corresponde a mais de R$ 5 milhões injetados na economia local. Diante deste quadro, o Miss Brasil Gay, registrado como o quarto bem imaterial do município em 2007, foi incluído no calendário de eventos estadual e federal. O polêmico projeto de lei que insere o evento no calendário oficial da cidade, de autoria do falecido vereador Paulo Rogério, ainda está em discussão na Câmara dos Vereadores.
Fonte: Tribuna de Minas – Bruno Calixto
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Faltam oportunidades iguais
VEÍCULO: TRIBUNA DE MINAS – ARTIGO
Carla Baldutti Rodrigues
Colaboradora
A questão das cotas em universidades federais reflete um problema de desigualdade social que não é culpa da classe média, e sim culpa de um sistema em que não há distribuição igualitária de renda. Tanto nas escolas públicas quanto nas privadas, o negro é minoria. Não será um indício de que temos (toda a sociedade unida) que incluí-lo inicialmente na escola? Fico pensando ser muita covardia jogar em cima dos jovens de classe média (vestibulandos) a culpa daqueles que escravizaram e exploraram os negros assim como a responsabilidade por amenizar essa questão. O “cursinho” não nos isenta de estudar. Pelo contrário, o volume de matérias é muito maior, o que exige mais dos alunos que, como eu, tiveram uma educação “inferior” em escola pública.
Acho pouco relevante a UFJF manter as cotas para negros, visto que o problema não será resolvido por aí. Quando o negro chega ao ensino médio, ele teve acesso ao mesmo conhecimento que o “branco” que senta ao lado dele. Se lutarmos pela inclusão do negro na escola básica e ele chegar ao ensino médio público ou particular, de forma significativa, talvez haja necessidade de discutir sobre cotas. Até lá, o ideal é as cotas ajudarem a minimizar as desigualdades com 50% de vagas para particular e 50% para pública.
Além disso, Juiz de Fora conta com cursinhos populares visando à inclusão social: o da própria UFJF, o Baobá, o da Prefeitura que atinge várias áreas da cidade, e algumas comunidades oferecem isoladamente. Temos ainda, o Prouni e o financiamento estudantil. Algo muito relevante ao se considerar o elevado número de faculdades particulares nesta cidade. Mas o principal na questão estudantil é estudar. A pessoa como indivíduo tem que lutar pelo que ela quer. Vemos o caso da mulher que sempre foi explorada desde o início dos tempos. Antes da escravidão. A mulher saiu do lar, foi lutar por seu espaço, enfrentou os preconceitos como divorciada, lutou pela liberdade sexual e pelo voto. E hoje é maioria nas faculdades sem ajuda de cotas específica.
E não há o que se dizer sobre raça, já que não há, biologicamente, como nos dividirmos. Somos seres humanos (iguais) e vivemos na mesma sociedade ainda que de formas diferentes… quem não conhece um exemplo de ascensão social de alguém que era muito pobre e lutou? Isso é democracia. As oportunidades estão aí para todos e nada vai ser de graça nem para o mais rico, pois sempre há a concorrência. E isso é individual, portanto, nada utópico. Quando você, negro, lutar pelo que quer com toda sua dificuldade e ascender, seu exemplo inspirará a sua etnia. Não temos dúvidas quanto à capacidade de nenhuma raça, a questão é a falta de oportunidades iguais. Porém, sempre houve desigualdades sociais. Atualmente é melhor porque a democracia permite a ascensão social por mais difícil que seja. Para chegarmos até aqui, muitas pessoas tiveram que travar lutas particulares e em grupos… boa sorte a todos!
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VEÍCULO: TRIBUNA DE MINAS- COLUNA CÉSAR ROMERO
Espetáculo solo
Gabriel Voser estréia, amanhã, na Casa de Cultura da UFJF, os espetáculos “O duelo” (para o público adulto) e “Sereno” (todas as faixas etárias).
Sozinho em cena, ele apresenta um trabalho de investigação denominado “teatrobárbaro”, como elo primeiro de sua relação com o público, utilizando o mínimo de recursos materiais.
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Prós e contras
O telefone de André Pavam, um dos coordenadores do Miss Gay, não parou ontem de tocar. Foram muitos elogios à mudança do badalado concurso para o Theatro Central.
Por outro lado, a pesquisa da Tribuna ‘on line’ registrou que mais de 60% dos internautas são contra.
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VÔO LIVRE
Aline Moura lança hoje, no MAMM, o documentário “Trajetória – Clodesmidt Riani”.
Festejando ‘niver’, o ex-reitor José Passini, Diogo Leitão, Antônio Henrique Martins Carvalho, José Roberto Ferreirinha, Luiz Berzoini e a repórter de economia da Tribuna Mônica Calderano.
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COLUNA DOUGLAS FAZOLATTO- JORNAL PANORAMA
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José Luiz Ribeiro aparecerá no Globo Repórter, hoje,relatando experiências sobrenaturais que vivenciou.
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ATORES DE ‘MALHAÇÃO’ APRESENTAM PEÇA EM
JF SOMENTE AMANHÃ
‘Namoro ou amizade’ no central
As situações típicas do universo jovem são o tema da peça “Namoro ou amizade”,que terá única apresentação em Juiz de Fora amanhã, às 21h, no Cine-Theatro Central.
O elenco, formado por atores que participaram do seriado “Malhação”, como Thatiane Goulart, Cadu Mader, Alex Gomes, Thais Vaz, Jonathan Nogueira e Igor Lage, traz uma temática que gera risos e reflexões.
Na história, um casal decide se casar e convida os amigos de infância para serem padrinhos. O presente do casal passa a ser a recordação de sentimentos e problemas enfrentados pelo grupo de sete amigos.
O limite entre os relacionamentos amorosos e a verdadeira amizade definem a realização, ou não, deste casamento.
Os ingressos estão a venda na bilheteria do teatro, das 13h às 19h, por R$ 30.Estudantes e pessoas com mais de 65 anos pagam meia entrada.
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