UFJF - Universidade Federal de Juiz de Fora

Projetos de Pesquisa em Desenvolvimento

Data: 8 de julho de 2016

 HISTORIOGRAFIA AUDIOVISUAL DO CINEMA DO BRASIL (Coord. Luís Rocha Melo)​

Projeto financiado pelo CNPq e desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa Historiografia Audiovisual. A pesquisa objetiva levantar e investigar a produção de filmes brasileiros documentais e ficcionais, de curta, média e longa-metragem, realizados em suportes analógico e/ou digital para circulação em cinema, vídeo, televisão e internet, que apresentem como tema e objeto de reflexão a História da atividade cinematográfica no Brasil, em seus três principais eixos (produção, exibição, distribuição).

> Site Historiografia Audiovisual

Grupo de Pesquisa

> Publicações

 

FORMAS DE PRODUÇÃO E CRIAÇÃO NO CINEMA BRASILEIRO, DE 1930 À CONTEMPORANEIDADE: O CINEMA INDEPENDENTE (Coord. Luís Rocha Melo)​

A pesquisa investiga as formas de produção e de criação no cinema brasileiro, tomando como eixo de análise a noção de cinema independente ao longo dos tempos. Tem caráter teórico-prático, com publicações de artigos e capítulos de livros e a realização de filmes independentes, como os longas-metragens Um homem e seu pecado (2016)Nenhuma fórmula para a contemporânea visão do mundo (2012), entre outros.

Artigos

Capítulo de livro

Filmes

Trailer do longa Um homem e seu pecado (2016)

> Trailer do longa Nenhuma fórmula para a contemporânea visão do mundo (2012) (link 1, link 2)

Longa-metragem “Legião estrangeira” (2011)

 

  

A NOUVELLE VAGUE SOB A ÓTICA DE CRÍSTICOS/CINEASTAS DO CINEMA NOVO (Coord. Alessandra Brum)

Esta pesquisa procura identificar de que maneira o cinema moderno, especificamente a Nouvelle Vague, foi recebida pelos críticos e cineastas brasileiros. Para tal concentramos nossa análise no período que se estende de 1959, quando as primeiras notícias da Nouvelle Vague começam a despontar no Brasil ao ano de 1962, quando o Cinema Novo se firma como movimento. 
 

Publicações:

A Nouvelle Vague sob o ponto de vista do jornal O Metropolitano.
 
 

 DRAMATURGIA E REALISMO: O NOVO CINEMA INGLÊS DOS ANOS 1960 (Coord. Sérgio Puccini)​

Tendo como foco de estudo os filmes do novo cinema britânico dos anos 1960, esse projeto de pesquisa pretende analisar as relações entre conteúdos dramáticos e os aspectos realistas apresentados por esses filmes ressaltando os elementos de aproximação entre dramaturgia e documentário. O ponto de partida para esse estudo irá trabalhar com uma noção de contraponto entre drama e realismo. De um lado os aspectos orgânicos do texto dramático, suas estruturas internas, suas estratégias de construção, de outro o apelo realista trabalhados pelos filmes, suas aberturas para o mundo. As relações entre dramaturgia e documentário são caras a uma tradição do documentário inglês, já muito presente no pensamento de John Grierson. Com o advento da British new wave, cineastas como Tony Richardson e Lindsay Anderson passam a atuar no campo dos filmes de ficção trazendo a experiência adquirida no movimento documentário do Free Cinema. Como integrante de uma segunda geração da new wave, Ken Loach irá dar corpo a um projeto de filmes de ficção feitos para televisão com forte influência do documentário direto que surge no início dos anos 1960.

 

 

O SOM NO DOCUMENTÁRIO, HISTÓRIA, TÉCNICA E ESTÉTICA ​(Coord. Sérgio Puccini)​

Essa pesquisa pretende analisar a modalidades de tratamento sonoro (entre captação e edição) encontradas no documentário a partir da década de 1960. As análises serão feitas a partir de um levantamento inicial buscando a  delimitação de um corpo de filmes de tendências estilísticas diversas, dando ênfase às condições técnicas colocadas a disposição dos realizadores e as soluções estéticas encontradas na época de produção dos documentários.

​Publicações:

> Resenha livro: MAIA, G. & SERAFIM, J.F. (Orgs.) 

 

FLUXO E INTERRUPÇÃO: TEXTO, IMAGEM E SOM NAS NOVAS ESPECTATORIALIDADES TELEVISIVAS (Coord. Felipe Muanis)

A televisão muda sistematicamente em função das novas possibilidades tecnológicas que levam a novas condiçes de espectatorialidade. O momento atual, da transiço de uma televisão analógica, generalista e segmentada, para uma televisão digital e também hipersegmentada, complexificaram as análises das metaimagens. Como pensá-las na televisão contemporânea sem perceber essa nova realidade que põe em xeque o fluxo, a grade e os intervalos, onde elas estão preferencialmente inseridas? A hipótese a comprovar é que a partir das mudanças para a televisão digital e hipersegmentada, as metaimagens não perderiam sua validade e continuariam a ter seu potencial de interrupço, podendo ainda se caracterizar uma estética própria da televisão.
 
> Grupo de pesquisa: ENTELAS: grupo de pesquisa em conteúdos transmídia, convergência de culturas e telas (www.entelas.com)