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Linhas de Pesquisa

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Economia Regional e Macroeconomia:

A linha de pesquisa Economia Regional e Macroeconomia  desenvolve trabalhos que discutem questões inerentes ao processo de desenvolvimento regional e estabilidade macroeconômica, ou seja, examina o comportamento das economias regionais e investigam questões que possam explicar o crescimento diferenciado de países e/ou regiões e, por consequência, processos de aumento e/ou diminuição das disparidades que podem também contribuir para direcionamentos e discussões envolvendo políticas públicas. Tais questões são discutidas em termos teóricos e/ou empíricos sobre o prisma setorial, de infraestrutura (e.g. energia, transporte, comunicação), das questões tecnológicas, das questões ambientais, das questões sociais (e.g. saúde, educação, migração, mercado de trabalho, demografia, crime), das estruturas de mercado, de comércio internacional, das instituições (e.g. finanças públicas), do ambiente urbano e das externalidades positivas e negativas.

Dão suporte a essas linhas de pesquisa temáticas trabalhos que utilizam técnicas de análise regional como insumo -produto, equilíbrio geral computável, econometria espacial, econometria de dados em painel, técnicas estatísticas multivariadas e integração de modelos.

 

Economia Social e do Trabalho:

A linha de pesquisa em Economia Social e do Trabalho estuda o processo de desenvolvimento econômico e suas repercussões sociais, focando em questões como desigualdade socioeconômica, crescimento econômico, mercado de trabalho e suas relações com a economia, desemprego tecnológico, educação e formação de capital humano, crime, gênero, eficiência no setor público e saúde e suas consequências socioeconômicas.  Os estudos da área buscam a identificação das causas e das consequências do aumento do capital físico e humano, da redução das desigualdades e do fortalecimento das instituições. Como explicar as causas do maior ou menor desenvolvimento econômico de países ou regiões? Como as decisões individuais afetam crescimento e desigualdade? Se existem falhas de mercado, quais mecanismos podem levar a maior crescimento e redução de desigualdade? Como os fenômenos sociais afetam as escolhas individuais? Qual o impacto de uma política pública? Perguntas como essas traduzem um entendimento do processo de desenvolvimento econômico e social como produto das decisões dos agentes econômicos, sejam eles indivíduos, famílias ou firmas. Dão suporte metodológico a essa linha de pesquisa, técnicas microeconométricas, métodos de avaliação de impacto e  econometria espacial. Os estudos no âmbito dessa linha de pesquisa podem contribuir diretamente para a formulação de políticas, em especial as públicas, voltadas para promover o desenvolvimento econômico e social

 

Organização e Mercados: 

A linha de pesquisa em Organização e Mercados desenvolvem trabalhos sobre firmas e organizações, com foco em sua estrutura interna em termos de recursos tangíveis e intangíveis (equipamentos, trabalhadores, capital físico e de conhecimento, patentes), sua posição na estrutura de mercado e suas relações com os demais agentes econômicos e seu desempenho diferenciado por ambiente de negócio. Tais questões são discutidas em termos teóricos e/ou empíricos sob diferentes prismas: setorial, tecnológico, ambiental, social, comercial  e regulatório. 

 

Uma das vertentes desta linha de pesquisa se dedica à análise da estrutura e dinâmica dos comportamentos em diferentes mercados imperfeitos, das estratégias de internacionalização das empresas, setores e países em um contexto de concorrência, e da competitividade internacional, interrelacionando estas análises com as políticas públicas de promoção do  desenvolvimento (antidumping, controle da concorrência e regulação). As análises empíricas são baseadas nas teorias da Economia Industrial, da Economia Internacional e do Desenvolvimento Econômico. Como áreas de atuação, pode-se citar a identificação da natureza da competição em mercados selecionados, a análise empírica do comércio exterior, a análise dos efeitos da integração econômica e da globalização, os padrões de especialização em comércio exterior, comportamento estratégico das empresas no comércio internacional e potencial de mercado externo. 

 

Outra vertente dedica-se à questão da tecnologia. Do ponto de vista tecnológico, busca-se entender quais são os incentivos microeconômicos que conduzem à inovação e seus efeitos sobre o desempenho econômico das organizações e a geração de novos modelos de negócios.

 

Por fim, há uma vertente voltada à integração entre empresas demandantes de recursos e os mecanismos do mercado financeiro capazes de supri-los considerando a relação risco-retorno. 

 

Para dar suporte metodológico aos trabalhos, são usadas técnicas de análise estatística como insumo-produto, equilíbrio geral computável, econometria espacial, econometria de séries  de tempo, econometria de dados em painel, técnicas estatísticas multivariadas e integração de modelos