UFJF - Universidade Federal de Juiz de Fora

Ementa, Programa e Bibliografia de referência

EMENTA: Utilizando-se das contribuições clássicas e recentes da historiografia, esta disciplina tem por objetivo introduzir os alunos nos principais debates historiográficos acerca do período monárquico brasileiro (1822-1889), com ênfase nos seus aspectos político-administrativo, cultural e social.

 

PROGRAMA:

 

1. A Corte Joanina no Rio de Janeiro

2. Independência do Brasil

3. A construção do Estado Imperial

4. A Guerra do Paraguai

5. Tráfico negreiro e escravidão

6. Abolicionismo e Abolição

7. Republicanismo e a queda do regime monárquico

 

BIBLIOGRAFIA DE REFERÊNCIA:

1. A Corte Joanina no Rio de Janeiro

 

  • DIAS, Maria Odila da Silva. A interiorização da metrópole e outros estudos. São Paulo: Alameda, 2005.
  • LYRA, Maria de Lourdes Vianna. A utopia do poderoso império. Rio de Janeiro: Sette Letras, 1994.
  • MALERBA, Jurandir. A corte no exílio: interpretação do Brasil joanino (1808-1821). São Paulo: Cia. das Letras, 2000.
  • MOTA, Carlos Guilherme. Nordeste 1817: estruturas e argumentos. São Paulo: Perspectiva, 1972.
  • NEVES, Lúcia Maria Bastos Pereira das. Napoleão Bonaparte: imaginário e política em Portugal (c. 1808-1810). São Paulo: Alameda, 2008.
  • NOVAIS, F. A. Portugal e Brasil na Crise do Antigo Sistema Colonial (1777-1808).  5.ed.  São Paulo: Hucitec, 1989.
  • PEDREIRA, Jorge & COSTA, Fernando Dores. D. João VI: um príncipe entre dois continentes. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
  • SCHULTZ, Kirsten. Versalhes Tropical. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008.
  • SLEMIAN, Andréa. A vida política em tempo de crise: Rio de Janeiro (1808-1824). São Paulo: Hucitec, 2006.

 

2. Independência do Brasil

 

  • ALEXANDRE, Valentim. Os sentidos do império.  Porto: Afrontamento, 1993.
  • BARATA, Alexandre Mansur. Maçonaria, Sociabilidade Ilustrada e Independência (Brasil, 1790-1822). São Paulo: Annablume, 2006.
  • BERBEL, Márcia Regina. A nação como artefato: deputados do Brasil nas Cortes Portuguesas (1821-1822). São Paulo: Hucitec, 1999.
  • BRANCATO, Braz. Don Pedro I de Brasil, posible Rey de España. Porto Alegre: Edipucrs, 1999.
  • COSTA, Wilma Peres Costa & OLIVEIRA, Cecília Helena de Salles (org). De um império a outro: formação do Brasil, séculos XVIII e XIX. São Paulo: Hucitec, 2007.
  • LUSTOSA, Isabel. Insultos impressos: a guerra dos jornalistas na Independência (1821-1823). São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
  • KRAAY, Hendrik. Politica racial, estado e forças armadas na época da independência: Bahia, 1790-1850. São Paulo: Hucitec, 2011.
  • MACHADO, André Roberto de A. A quebra da mola real das sociedades: a crise política do Antigo Regime português na Província do Grão-Pará (1821-1825). São Paulo: Hucitec, 2010.
  • MALERBA, Jurandir (org). A Independência Brasileira: novas dimensões. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2006.
  • MARTINHO, Lenira Menezes & GORENSTEIN, Riva. Negociantes e caixeiros na sociedade da Independência. Rio de Janeiro: SMCTE, 1993.
  • JANCSÓ, I. A construção dos Estados Nacionais na América Latina: apontamentos para o estudo do Império como projeto. In: SZMRECSÁNYI, T. & LAPA, J. R. A. (org). História econômica da Independência e do Império.São Paulo: Hucitec, 1996.
  • JANCSÓ, István (org). Independência: história e historiografia. São Paulo: Hucitec, 2005.
  • LEITE, Renato Lopes. Republicanos e libertários: pensadores radicais no Rio de Janeiro (1822). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000.
  • MELLO, Evaldo Cabral de. A outra Independência: o federalismo pernambucano de 1817 a 1824. São Paulo: Editora 34, 2004.
  • MOTA, Carlos Guilherme (org). 1822: dimensões.  São Paulo: Perspectiva, 1972.
  • NEVES, Lúcia M. B. Pereira das. Corcundas e constitucionais: a cultura política da Independência (1820-1822). Rio de Janeiro: Revan, 2003.
  • OLIVEIRA, Cecília Helena Lorenzini de Salles. A astúcia liberal: relações de mercado e projetos políticos no Rio de Janeiro (1820-1824). Bragança Paulista: EDUSF, 1999.
  • OLIVEIRA, Cecília Helena Lorenzini de Salles & MATTOS, Cláudia Valladão de (org). O brado do Ipiranga. São Paulo: Edusp,1999.
  • PIMENTA, João Paulo G. Estado e Nação no fim dos Impérios Ibéricos no Prata (1808-1828).  São Paulo: Hucitec, 2002.
  • PROENÇA, Maria Cândida. A Independência do Brasil.  Lisboa: Colibri, 1999.
  • RODRIGUES, José Honório. Independência: revolução e contra-revolução.  Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1975.
  • SILVA, Ana Rosa Cloclet da. Inventando a nação: intelectuais ilustrados e estadistas luso-brasileiros na crise do Antigo Regime Português (1750-1822). São Paulo: Hucitec, 2006.
  • SILVA, Ana Rosa Cloclet da. Construção da nação e escravidão no pensamento de José Bonifácio, 1783-1823. Campinas: Ed.Unicamp, 1999.
  • SILVA, Maria B. N. da. A cultura luso-brasileira: da Reforma da Universidade à Independência do Brasil. Lisboa: Estampa, 1999.
  • SILVA, Maria B. N. da. Movimento constitucional e separatismo no Brasil (1821-1823). Lisboa: Livros Horizonte, 1988.
  • SOUZA, Iara Lis Carvalho. Pátria Coroada: o Brasil como corpo político autônomo (1780 – 1831). São Paulo: Ed.Unesp, 1999.

 

3.  A construção do Estado Imperial

  • BARBOSA, Silvana Mota. A Sphinge Monárquica: o poder moderador e a política imperial. Tese de Doutorado. Universidade Estadual de Campinas, 2001.
  • BARMAN, Roderick. Brazil: the forging of a nation (1798-1852). Stanford: Stanford University Press, 1988.
  • BARMAN, Roderick. Princesa Isabel do Brasil: gênero e poder no século XIX. São Paulo: Ed.Unesp, 2005.
  • BASILE, Marcello Otávio. Ezequiel Corrêa dos Santos: um jacobino na Corte Imperial. Rio de Janeiro: FGV, 2001.
  • CARVALHO, José Murilo de. A construção da ordem & Teatro de Sombras. 2.ed. R. Janeiro: Relume-Dumará-UFRJ, 1996.
  • CARVALHO, José Murilo de. D. Pedro II. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
  • CARVALHO, José Murilo de. Cidadania no Brasil: o longo percurso. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.
  • DOLHNIKOFF, Miriam. O pacto imperial: origens do federalismo no Brasil. São Paulo: Globo, 2005.
  • FAORO, Raymundo. Os donos do poder: formação do patronato político brasileiro. 8.ed. São Paulo: Globo, 1989.
  • FERTIG, André. Clientelismo político em tempos belicosos. Santa Maria: Ed.UFSM, 2010.
  • FONSECA, Silvia Carla Pereira de Brito & CORREA, Maria Letícia (org). 200 anos de imprensa no Brasil. Rio de Janeiro: Contra capa, 2009.
  • GOUVEA, Maria de Fátima Silva. O Império das províncias: Rio de Janeiro, 1822-1889. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008.
  • GRAHAM, Richard. Clientelismo e política no Brasil do século XIX. Rio de Janeiro: UFRJ, 1997.
  • GUIMARÃES, Lucia Maria P. & PRADO, Maria Emilia (org). O liberalismo no Brasil Imperial: origens, conceitos e práticas. Rio de Janeiro: UERJ-Revan, 2001.
  • JANCSÓ, István (org). Brasil: formação do Estado e da Nação. São Paulo: HUCITEC, 2003.
  • MARTINS, Maria Fernanda Vieira. A velha arte de governar: um estudo sobre política e elites a partir do Conselho de Estado (1842-1889). Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2007.
  • MATTOS, Ilmar Rohloff de. O tempo saquarema: a formação do estado imperial. 2.ed. São Paulo: Hucitec, 1990.
  • MENDES, Fábio Faria. Recrutamento militar e construção do Estado no Brasil Imperial. Belo Horizonte: Argumentum, 2010.
  • MOREL, Marco. As transformações dos espaços públicos: imprensa, atores políticos e sociabilidades na Cidade Imperial (1820-1840). São Paulo: Hucitec, 2005.
  • MOREL, Marco. O período das Regências (1831-1840). Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.
  • NABUCO, Joaquim. Um estadista do império. 4.ed. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1975.
  • PRADO, Maria Emília (org). O Estado como vocação: idéias e práticas políticas no Brasil oitocentista. Rio de Janeiro: Access, 1999.
  • RIBEIRO, Gladys Sabina. A liberdade em construção: identidade nacional e conflitos antilusitanos no Primeiro Reinado. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 2002.
  • RIBEIRO, Maria Eurydice de Barros. Os simbolos do poder: cerimônias e imagens do Estado Monárquico no Brasil. Brasília: Ed.UnB, 1995.
  • SCHWARCZ, Lilia Moritz. As barbas do Imperador: D. Pedro II, um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
  • SLEMIAN, Andrea. Sob o Império das leis: constituição e unidade nacional na formação do Brasil (1822-1834). São Paulo: Hucitec, 2009.
  • URICOECHEA, Fernando. O minotauro imperial: a burocratização do Estado patrimonial brasileiro no século XIX. São Paulo: Difel. 1978.
  • VARGAS, Jonas Moreira. Entre a paróquia e a corte: os mediadores e as estratégias familiares da elite política do Rio Grande do Sul (1850-1889). Santa Maria: Ed.UFSM, 2010.
  • VELLASCO, Ivan. As seduções da Ordem. Bauru: Edusc, 2004.

 

4. A Guerra do Paraguai

 

  • COSTA, Wilma Peres. A espada de Dâmocles: o exército, a Guerra do Paraguai e a crise do Império. São Paulo: Hucitec-Ed.Unicamp, 1996.
  • DARATIOTO, Francisco. Maldita Guerra: nova história da Guerra do Paraguai. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
  • MARQUES, M. Eduarda C. M. (org). A guerra do Paraguai: 130 anos depois. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1995.
  • SALES, Ricardo. Guerra do Paraguai: memórias e imagens. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, 2003.

 

5. Tráfico negreiro e escravidão

  • BERBEL, Márcia, MARQUESE, Rafael & PARRON, Tâmis. Escravidão e política: Brasil e Cuba, 1790-1850. São Paulo: Hucitec, 2010.
  • CONRAD, Robert Edgar. Os últimos anos da escravatura no Brasil. 2.ed. Rio de Janeiro: Civilizaçào Brasileira, 1978.
  • COSTA, Emília Viotti da. Da senzala à colônia. 3.ed. São Paulo: Brasiliense, 1989.
  • EISENBERG, Peter L. Homens esquecidos: escravos e trabalhadores livres no Brasil – séculos XVIII e XIX. Campinas: Ed.UNICAMP, 1989.
  • FLORENTINO, Manolo G. & MACHADO, Cacilda (org). Ensaios sobre a escravidão (I). Belo Horizonte: Ed.UFMG, 2003.
  • FLORENTINO, Manolo G. Em costas negras. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1995.
  • GORENDER, Jacob. A escravidão reabilitada.  São Paulo: Ática, 1990.
  • GORENDER, Jacob. O escravismo colonial. 3.ed. São Paulo: Ática, 1980.
  • GRINBERG, Keila. O fiador dos brasileiros: cidadania, escravidão e direito civil no tempo de Antônio Pereira Rebouças. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
  • GRINBERG, Keila. Liberata: a lei da ambiguidade. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1994.
  • HORNE, Gerald. O Sul mais distante: os Estados Unidos, o Brasil e o tráfico de escravos africanos. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
  • LUNA, Francisco Vidal & KLEIN, Herbert. Escravismo no Brasil. São Paulo: Edusp – Imprensa Oficial, 2010.
  • KARASCH, Mary C. A vida dos escravos no Rio de Janeiro: 1808-1850. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
  • MARQUESE, Rafael de Bivar. Feitores do corpo, missionários da mente: senhores, letrados e o controle dos escravos nas Américas, 1660-1860. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
  • MATTOS, Hebe. Escravidão e cidadania no Brasil monárquico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000.
  • MATTOSO, Kátia. Ser escravo no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1982.
  • PARRON, Tâmis. A política da escravidão no Império do Brasil, 1826-1865. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011.
  • SLENES, Robert. Na senzala, uma flor: esperanças e recordações na formação da família escrava –Brasil sudeste, século XIX. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.
  • REIS, João J. & SILVA, Eduardo. Negociação e conflito. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
  • RODRIGUES, Jaime. O infame comércio: propostas e experiências no final do tráfico de africanos para o Brasil (1800-1850). Campinas: Ed. UNICAMP, 2000.
  • SILVA, Alberto da Costa e. Um rio chamado Atlântico: a África no Brasil e o Brasil na África. Rio de Janeiro: Ed.UFRJ-Nova Fronteira, 2003.
  • SILVA, Eduardo. Dom Obá II D’Africa, o Príncipe do Povo: vida, tempo e pensamento de um Homem Livre de Cor. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
  • SOARES, Carlos Eugênio Líbano. A negrada instituição: os capoeiras na Corte Imperial (1850-1890). Rio de Janeiro: Access, 1999.

6. Abolicionismo e Abolição

 

  • AZEVEDO, Celia Maria Marinho de. Abolicionismo: Estados Unidos e Brasil, uma história comparada (século XIX). São Paulo: Annablume, 2003.
  • AZEVEDO, Celia Maria Marinho de. Onda negra, medo branco: o negro no imaginário das elites século XIX.  Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
  • AZEVEDO, Elciene. Orfeu da carapinha. Campinas: Ed.Unicamp, 1999.
  • CARDOSO, Ciro F. Santana (org). Escravidão e abolição no Brasil: novas perspectivas.  Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1988.
  • CASTRO, Hebe. Das cores do silêncio: os significados da liberdade no sudeste escravista – Brasil século XIX. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1995.
  • CHALHOUB, Sidney. Machado de Assis, historiador. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
  • CHALHOUB, Sidney. Visões da liberdade: uma história das últimas décadas da escravidão na Corte. São Paulo: Cia. das Letras, 1990.
  • MACHADO, Maria Helena. O plano e o pânico: os movimentos sociais na década da abolição.  São Paulo: Ed.USP, 1994.
  • MENDONÇA, Joseli Maria Nunes. Entre a mão e os anéis: a lei dos sexagenários e os caminhos da abolição no Brasil. Campinas: Ed. UNICAMP, 1999.
  • PENA, Eduardo Spiller. Pajens da casa imperial: jurisconsultos, escravidão e a lei de1871. Campinas: Ed. UNICAMP, 2001.
  • SCHWARCZ, Lilia Moritz. Retrato em branco e negro: jornais, escravos e cidadãos em São Paulo no final do século XIX.  São Paulo: Companhia das Letras, 1987.

 

7. Republicanismo e a queda do regime monárquico

  • ALONSO, Ângela. Idéias em movimento: a geração 1870 na crise do Brasil-Império. São Paulo: Paz e Terra, 2002.
  • CARVALHO, José Murilo de. A formação das almas: o imaginário da República no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.
  • CARVALHO, José Murilo de. Os bestializados: o Rio de Janeiro a república que não foi. 2.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1987.
  • COSTA, Emília Viotti da. Da monarquia à república: momentos decisivos. 4.ed. São Paulo: Brasiliense, 1987.
  • FERREIRA, Jorge & DELGADO, Lucília Neves (org). O Brasil Republicano. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. (v. 1)
  • GOMES, Ângela de Castro. A República no Brasil. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2002.
  • MORAES, Evaristo de. Da monarquia para a república (1870-1889). 2.ed. Brasília: Ed.UNB, 1985.
  • PESSOA, Reynaldo Carneiro (org). A idéia republicana no Brasil através dos documentos: textos para seminários.  São Paulo: Alfa-Omega, 1973.

 

OBRAS GERAIS:

 

  • ALENCASTRO, Luiz Felipe de. Império: a corte e a modernidade nacional. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. (História da Vida Privada no Brasil, v. 2)
  • CARVALHO, José Murilo & NEVES, Lúcia Maria B. P. das (org). Repensando o Brasil do Oitocentos: cidadania, política e liberdade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.
  • Coleção Formadores do Brasil – Editora 34
  • GRINBERG, Keila & SALLES, Ricardo (org). O Brasil Imperial. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2010. 3v.
  • HOLANDA, Sérgio Buarque de (org). O Brasil monárquico. São Paulo: Difel, 1976. (História Geral da Civilização Brasileira, 5 volumes).
  • NEVES, Lúcia Maria Bastos Pereira das & MACHADO, Humberto Fernandes. O Império do Brasil. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.
  • VAINFAS, Ronaldo & NEVES, Lúcia Maria B. P. das (org). Dicionário do Brasil Joanino. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008.
  • VAINFAS, Ronaldo (dir). Dicionário do Brasil Imperial (1822-1889). Rio de Janeiro: Objetiva, 2002.
  • CARVALHO, José Murilo de (org). Nação e cidadania no Império: novos horizontes. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2007.



Núcleo de Estudos em História Social da Política – UFJF