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Semana da Matemática-2013

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(Atualizad0 em 20/10/2013 )

 

A inscrição deve ser feita via Integra e confirmada com o pagamento de R$ 5,00 na secretaria do ICE.

 

Programação

 

 

Segunda – 21/10

Terça – 22/10

Quarta – 23/10

8h

 

 

 

 

Mostra de Ciências

 

9h

 

 

10h

Abertura – Estatística

Anfiteatro do ICE

Pedro Silva (Presidente ISI)

Palestra 3 – Prof André  Junqueira (UFV)

11h

Palestra 4 – Prof Frederico Sercio (UFJF/UFF)

12h

Almoço

Almoço

Almoço

14h

Minicurso 1 – Profa Miriam Abdon (UFF)

Minicurso 1 – Profa Miriam Abdon (UFF)

Sessão IC e mestrado

 

15h30

Palestra 1 – Profa Marinês Guerreiro (UFV)

Palestra 5 – Willian Franca (USP)

Palestra 7 – Jaqueline Mesquita (USP Ribeirão Preto)

16h30

Café

Café

Café

17h

Palestra 2 – Luis Alberto D’Afonseca (CGG)

Sessão de IC e mestrado

Palestra 8 – Rosiney (Mestrado em Educação Matemática)

18h

Minicurso 2 – Prof Luis Fernando Crocco (UFJF)

Minicurso 2 – Prof Luis Fernando Crocco (UFJF)

Minicurso 2 – Prof Luis Fernando Crocco (UFJF)

19h

 

Palestra 6 – Marco Aurélio Kistemann (UFJF)

Palestra 9 – Prof Rogério Casagrande (UFJF)

 

Mais informações:

Resumo:

Começaremos definindo o que são os pontos racionais de uma curva em geral.

Mostraremos que os pontos racionais de uma curva elítica formam um grupo. O objetivo do mini-curso é chegar a entender a estrutura deste grupo. Enunciaremos dois teoremas: o Teorema de Nagell-Lutz, que carateriza os pontos de ordem finita, e o Teorema de Mordell que mostra que o posto do grupo é finito.

 

Resumo:

 Neste curso apresentaremos as isometrias do plano euclidiano. Dentre entre outras propriedades, mostraremos que qualquer isometria diferente da identidade é uma composição de, no máximo, três reflexões em retas. A partir deste fato, exibiremos todas as isometrias do plano euclidiano.

Pré-requisito:

Geometria básica.

 

Resumo: 

Seja G um grupo abeliano finito e F um corpo finito tal que car(F) não divide a ordem de G. Denote por FG a álgebra de grupo de G sobre F. Um código abeliano (semissimples) é um ideal de FG. Dois códigos I e J de FG são G-equivalentes se existe um automorfismo de G cuja extensão linear a FG leva I em J. Nesta palestra, apresentaremos condições necessárias e suficientes para que códigos abelianos minimais sejam G-equivalentes.

 

 

Resumo:

O Princípio Variacional diz que se é dada uma aplicação contínua num espaço métrico compacto então sua entropia topológica é igual ao supremo das entropias métricas com relação as medidas de probabilidades invariantes. O principal objetivo dessa palestra é discutir o princípio variacional, especialmente quando o espaço métrico não é necessariamente compacto. Para finalizar vamos provar um princípio variacional para a Transformação de Boole na reta dada por $T(x)=x-\frac{1}{x}$.

 

Resumo:

Nesta palestra pretende-se responder a seguinte pergunta: Que estranhas figuras com propriedades misteriosas escondem-se por trás desse enigmático nome Geometria Tropical? Para isso apresentaremos os elementos básicos da Álgebra Tropical e discutiremos a construção das Curvas Tropicais.

 

 

Resumo:

Em geral, nos vários níveis de ensino, o “erro” cometido pelo aluno é penalizado. Dessa forma, promove-se a reificação do acerto em detrimento do tratamento pedagógico do “erro”. Discutiremos, nesse diálogo com futuros professores e interessados em matemática, como potencializarmos o conhecimento matemático a partir do uso pedagógico do “erro”.

 

Resumo: A teoria de escalas temporais é muito recente, ela foi desenvolvida por Stefan Hilger, em 1988, em sua tese de doutorado, com o objetivo de unificar os casos discreto e contínuo. A teoria desenvolvida mostra que se escolhermos a escala temporal como sendo o conjunto dos números reais, temos um resultado para as equações diferenciais ordinárias. Por outro lado, se escolhermos a escala temporal como sendo o conjunto dos números inteiros,

temos um resultado para equações discretas. Entretanto, estes são apenas alguns exemplos, pois podemos escolher diferentes escalas temporais. Por exemplo, podemos escolher a escala temporal como sendo o conjunto de Cantor, e assim obtermos resultados ainda mais gerais.

Também, a teoria de escalas temporais é uma ferramenta muito poderosa do ponto de vista de aplicações. Esta teoria pode ser aplicada no estudo de populações, modelos econômicos, física quântica,entre outros.

 

Resumo:

Nesta comunicação apresentamos as relações entre Matemática e Arte, num contexto histórico, político e pedagógico. Apresentaremos também cenários em que a leitura de uma obra de arte engendra propriedades geométricas e estas podem ser trabalhadas em sala de aula a partir desses cenários.

 

Resumo: clique aqui para ter acesso ao resumo