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Biblioteca Arlindo Daibert

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A Biblioteca Arlindo Daibert é a biblioteca setorial do Instituto de Artes e Design (IAD) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Este espaço integra o Centro de Difusão do Conhecimento (CDC), permanecendo aberto ao público de segunda à sexta-feira de 8h às 18 horas. Seu acervo começou a ser formado com a doação da biblioteca pessoal do artista plástico e professor da UFJF Arlindo Daibert, após seu falecimento em 1993, ao antigo Departamento de Artes do Instituto de Ciências Exatas (ICE).

Desde 1994, a biblioteca esteve lotada em diversos locais, como o Fórum da Cultura e o Centro de Estudos Murilo Mendes, sempre com acesso restrito ao público, Em 1999, por desejo da família de Arlindo Daibert, o acervo foi alocado junto ao Departamento de Artes, no ICE. Em 19 de fevereiro 2002, através de uma iniciativa do então coordenador do Curso de Artes, Ricardo Cristófaro, do diretor do ICE, Emanuel Araújo e da reitora Margarida Martins Salomão, foi construída uma sala, dentro da biblioteca do ICE, para abrigar as obras doadas pela família de Arlindo.

Com um acervo que se expandiu nos últimos anos, a Biblioteca Arlindo Daibert possui, atualmente, 3090 obras e 3933 exemplares distribuídos nas áreas de artes visuais, literatura, cinema, moda, design e música. A biblioteca conta ainda com catálogos de exposições, revistas especializadas e filmes. Além disso, em abril de 2010, foi incorporado ao acervo grande parte da biblioteca pessoal da artista plástica e ex-aluna do Curso de Artes Adriana Pereira, através de doação realizada pela família após o seu falecimento.

 

Contato: 

Maria Regina de Souza Carvalho

Marco Túlio Lima Gazzola

Telefone: 2102-3353

e-mail: biblioteca.iad@ufjf.edu.br

 
 

Sobre Arlindo Daibert

Nasceu em Juiz de Fora, MG, em 1952 e tornou-se Bacharel em Letras pela UFJF. Foi Artista Plástico e Professor do Departamento de Artes desta mesma universidade entre 1983 e 1993.

No II Salão Global de Inverno, realizado em Belo Horizonte em 1974 pela Embaixada da França, Arlindo Daibert recebeu como prêmio o Curso de Técnicas de Gravura em Metal no Atelier Calevaert Brun, em Paris. Ele recebeu, ainda, outros prêmios, entre os quais se destacam o de Melhor Exposição de Desenho (1990) oferecido pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) e o Grande Prêmio da II Bienal Ibero-Americana do México (1980). Foi premiado, também, na Bienal de Artes Gráficas de Maldonado, Uruguai (1981) e no Panorama de Pintura do MAM-SP (1986-89).

Seus trabalhos integraram diversas exposições coletivas no Brasil e no exterior entre as quais se destacam: Resumo do Desenho Brasileiro, MAM-SP (1974); Brasil Arte Agora, MAM-RJ (1976); Formes et Coulers du Brésil, Paris (1975); Panorama do Desenho e da Gravura, MAM-SP (1977); Images/Messages d’Amérique Latine, Paris (1978) e Contemporary Brazilian Engravings and Drawings, Tel-Aviv (1981).

Arlindo Daibert foi um dos artistas mais significativos da arte contemporânea brasileira. Suas reflexões sobre arte foram sistematizadas por Júlio Castañon Guimarães no livro Caderno de Escritos/Arlindo Daibert, Rio de Janeiro, Editora Sette Letras, 1995. Em 1998, a Série Grande Sertão: Veredas foi publicada no livro Imagens do Grande Sertão – Arlindo Daibert, com textos críticos de Júlio Castañon Guimarães e Heloísa Starling, Belo Horizonte, Editora UFMG e Juiz de Fora, Editora UFJF, 1998.

 

Veja também: Imagens da Biblioteca.