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 1)  Possibilidades da educação ambiental a partir do uso de imagens em escolas inseridas em comunidades sujeitas aos processos de licenciamento ambiental

A presente atividade tem por objetivo demonstrar a utilização de recursos imagéticos como uma possibilidade viável e interessante para que se problematizar e refletir sobre o papel das escolas inseridas em comunidades impactadas por empreendimentos que exijam processos de licenciamento ambiental. Os Programas de Educação Ambiental – PEAs nesse âmbito são obrigatórios e voltam-se, por força da legislação ambiental, principalmente para os grupos prioritários (direta ou indiretamente atingidos pelos empreendimentos). Percebe-se que muitas vezes as ações educativas fogem das diretrizes das Instruções Normativas preconizadas pelos Órgãos Executivos de Meio Ambiente, fazendo da escola um campo prioritário, voltando-se para ela ações comportamentalistas ou totalmente excluída do processo em questão. Esses processos de licenciamento são protagonizados por atores hegemônicos (empresas) que excluem a participação efetiva dos professores e da comunidade escolar, desvirtuando a proposta de gestão ambiental pública, invisibilizando problemas e conflitos ambientais. Portanto, propõe-se o uso de imagens e/ou trechos de filmes que permitam refletir sobre questões locais (ex; enchentes, deslizamentos, impactos da mineração) a serem trabalhadas dentro de sala por professores de biologia (mas que também podem ser de outras áreas). As imagens utilizadas tratam tanto do passado, quanto do presente, visando potencializar a visão crítica e a apreensão que os(as) aluno(as) fazem da área onde se inserem como sujeitos territorializados.

Proponentes:  Profo Dr. Vicente Paulo dos Santos Pinto (UFJF/Instituto Geografia), Jeniffer Souza (mestranda UFJF), Leonardo Biage (mestrando PPGE/UFJF), Ana Paula Dutra (mestranda PPGE/ UFJF), Marcela Sobral (Escritório de Projetos UFJF).

  

2) Brinca Ciência – ensino de física com brinquedos científicos

A proposta desta oficina é construir brinquedos científicos, com materiais reciclados e de baixo custo, que possam ser reproduzidos em qualquer ambiente escolar. Pretende-se difundir uma proposta de ensino interativo, desenvolvida em um curso de extensão do Núcleo de Educação em Ciência, Matemática e Tecnologia da UFJF, em que os brinquedos constituem produtos que os alunos podem levar para casa, reproduzir com facilidade e explicar seu funcionamento para pais, amigos e irmãos, aprimorando o aprendizado adquirido e ajudando a difundir o conhecimento científico.

Proponentes: Profo. Dr. Paulo Henrique Dias Menezes (UFJF/FACED); Profo. Ms Wagner da Cruz Seabra (IF-Sudeste-MG) e Leonardo Malheiros (aluno de graduação da Faculdade de Engenharia da UFJF).

  

3) Jardim sensorial, um equipamento de sensibilização em educação ambiental.

A oficina consiste na visita guiada ao Jardim Sensorial da UFJF. Em nossos dias corridos e agitados a interrupção dessa rotina em ambiente onde a energia das plantas reconecta o ser humano às sutilezas da natureza possibilita a conexões seja emocionais, com aromas que lembram nosso passado emocional, como também aromas e formas de plantas que, em silêncio, tem remetido a sensações de reverência as plantas que nos sustentam passivamente.  A metodologia empregada, de vedação dos olhos e pés descalços, possibilita também um ambiente inesperado, fazendo muitos visitantes perderem a noção de espaço e tempo. São possibilidades que vem sendo acusadas por, até agora, mais de três mil visitantes, sendo que mais de 400 responderam aos formulários propostos. Sensações de paz, harmonia e gratidão foram os sentimentos mais  acusados, tornando o espaço também terapêutico. Todas essas conexões acusam esse potencial de sensibilização, tão necessário nestes tempos tão tecnológicos e abordam educação ambiental de forma sutil e introspectiva.

Proponentes: Profo Dr. Daniel Sales Pimenta (ICB/UFJF) e equipe de monitores.

 

 4) Visita Guiada ao Centro de Ciências da UFJF

Pretende-se com essa oficina, promover uma visita guiada ao novo roteiro de visitação do Centro de Ciências “Ano Internacional da Luz”. Esse roteiro conta com o salão de exposições, o qual possui objetos interativos de óptica e eletricidade bem como os laboratórios, que agora contam com novas atividades. Dentre elas, Câmara Escura, Pilha e Caleidoscópio. Esse roteiro foi implementado em virtude  da UNESCO ter proclamado  o ano de 2015 como Ano Internacional da Luz e das Tecnologias baseadas na Luz. Além disso, será possível apresentar aos participantes a exposição Célula ao Alcance da Mão e a Tabela Periódica Interativa.

Proponentes: Equipe do Centro de Ciências

  

5) Sexualidade e Diversidade: uma proposta didática

 A ideia central da oficina é propor uma experiência de formação docente na construção de abordagens voltadas para o respeito às diversidades sexuais. A oficina reúne fragmentos colhidos no dia-a-dia da sala de aula, em meio às diversas perguntas e apreensões dos adolescentes, desejosos de um espaço aberto onde possam expor suas questões e trocar suas experiências.  A estratégia da oficina prevê 6 momentos, divididos da seguinte forma: 1.dinâmica de acolhida; 2.apresentação dos objetivos; 3.apresentação do curta: Eu não quero voltar sozinho (2010); 4.discussão do curta a partir de questões norteadoras; 5.Técnica do Jogral das palavras; 6. Término: leitura do jogral. Sendo assim, esta atividade tem como objetivo desenvolver nos professores uma visão mais ampla da sexualidade, reconhecendo a importância de se proporcionar na sala de aula um espaço de problematização, mas sobretudo de valorização da comunicação com o Outro. A temática trazida pelo curta-metragem combinada com a técnica da dinâmica de grupo permitem a discussão da homossexualidade junto aos adolescentes, com ênfase na compreensão da diversidade e na capacidade de aprendermos a respeitá-la e a conviver com ela.

 Proponente:  Dr.ª Mônica Narciso Guimarães (Colégio Pedro II – Rio de Janeiro)

  

6) Propostas didáticas com enfoque em CTS para o ensino de Biologia

Considerando que o ensino de Biologia é deficiente na grande maioria das Escolas brasileiras, esta oficina tem como foco trabalhar a Biologia no ensino médio através de uma abordagem CTS (Ciências e Tecnologia e a Sociedade) voltado para uma formação cidadã do aluno. Para isso a oficina vai apresentar algumas sequências didáticas que poderão ser utilizadas pelos futuros professores em suas aulas como forma de aumentar o interesse e a aprendizagem por este campo da ciência.

Proponente: Profa Dra. Renata Tostes (UEMG) e Profª. Msc. Margarete do Valle Werneck (UEMG)

   

7) Colocando a mão na massa”: experimentos que envolvem o conhecimento químico veiculado ao longo do ensino fundamental

Uma maneira para promover a inovação no processo de formação de professores de ciências seria fazer com que a pesquisa em ensino de ciências chegasse até os professores, durante sua formação inicial e continuada. Nesse sentido, na oficina proposta, pretendemos trabalhar com a abordagem do conhecimento químico  ao longo do ensino fundamental, por meio de experimentos que integrem as contribuições desse conhecimento com os demais de outras áreas.

Proponentes: Profa Dra. Graziela  Picoli Richetti (UFJF/FaCED) e Profa Dra Rita de Cássia Reis (UFJF/FACED)

 

 8) Uma visão da membrana celular para todos

A oficina proposta está centrada na construção do aprendizado relativo à membrana celular através do conhecimento, do ponto de vista funcional, de seus atributos, resultando em relato descritivo da mesma e de montagem de modelo tridimensional da membrana celular, com materiais simples e de baixo custo. O conjunto da atividade proposta tem caráter inclusivo para estudantes deficientes visuais em turmas inclusivas, por se basear no uso da linguagem oral e na construção de modelo tridimensional pelos estudantes.

Proponentes: Profa MSc Marcia Rodrigues Pereira,  (Colégio Pedro II e CAp UERJ)

 

 9) Doce código

Através do emprego de metodologias práticas e lúdicas, a oficina propõe utilizar jujubas, arames, palitos e retângulos de EVA, a fim de discutir estratégias didáticas que favoreçam a compreensão de conteúdos abstratos e complexos da Biologia Molecular, tais como: composição química dos ácidos nucleicos, duplicação semiconservativa do DNA, código genético, transcrição, tradução e efeitos de mutações genéticas em nosso organismo. 

 Proponentes: Profa Msc Cláudia Maria de Oliveira Sordillo (Colégio Pedro II) e Profa Doutoranda Gabriela Dias Bevilacqua (Colégio Pedro II e Programa Ensino em Biociências e Saúde – IOC/ FIOCRUZ)

  

10) Movimentos de leitura no ensino de ciências

Cada leitura que fazemos, produz diferentes sentidos, em diferentes pessoas e cada pessoa possui seu próprio histórico de leituras. Sendo assim, as possibilidades de significados que um texto pode proporcionar são infinitas. Tentaremos, com este trabalho, discutir algumas das possíveis leituras sobre determinados textos e assim compreender e discutir os possíveis sentidos na relação produzida com esses textos. Nossa proposta encontra-se ancorada entre aqueles que pensam a linguagem e a formação de leitores na Educação Científica. O objetivo é debater os discursos socialmente produzidos em determinados texto e buscar as articulações com o ensino de ciências, tendo aporte teórico e metodológico a Análise do Discurso de Linha Francesa.

Proponentes: Profo Wallace Alves Cabral (Mestrando em Educação pela UFJF); Profo Educação Básica Nielsen de Moura e Profa Dra. Cristhiane Flôr (UFJF/PPGE/ FACED)

 

 11) Propagandas articuladas ao ensino de ciências

As leituras que fazemos das propagandas influenciam fortemente nossa relação com o mundo. Existem inúmeros meios a partir dos quais o discurso difundido pode nos atingir sendo os mais comuns os jornais, revistas, livros didáticos, televisão, cinema, assim acabam sendo incorporados involuntariamente em nossas vidas. Assim, as propagandas formam uma unidade expressiva indissolúvel, que apresenta ritmo, desenvolvimento, tem uma proposta editorial e sua duração é estabelecida previamente. Veracidade, magia e consumo são os pilares sobre os quais assenta as bases para sua evolução como indústria, meio de comunicação de massa, de arte e também de educação. Os recursos tecnológicos que acompanham as obras audiovisuais permitem trazer para a tela amostras da história, das ciências, da geografia, da cultura, dos costumes e até mesmo dos valores de determinada região, de determinado povo, do desconhecido, do conhecido e do não tão conhecido.  Sabendo da potencialidade do discurso midiático, propomos uma oficina onde apresentaremos exemplos de propagandas com o intuito de compreender e discutir os possíveis sentidos  e as articulações com o Ensino de Ciências.

Proponentes: Profa Denise Leocádio; Profa Marilena Kaizer (Mestrandas em Educação pela UFJF); Profo Vitor Lotte Medeiros (Professor da Educação Básica)

 

12) Transvendo a Ciência a lá Manoel de Barros – ‘’Há várias maneiras sérias de não dizer nada, mas só a poesia é verdadeira.’’

A oficina pretende a partir dos poemas do Manoel de Barros dialogar com os participantes sobre a perspectiva de Ciência verdade, de modo a desencadear reflexões, discussões sobre o que é verdade, o que é mentira na ciência. Para além disso, se almeja discutir como a sociedade, a cultura, a educação, a arte, as mídias e nós somos atravessados pelas verdades científicas e como o significado da verdade é permeado por esses elementos humanos.

Proponentes: Natália de Andrade Nunes e Thiago Augusto Arlindo Tomaz da Silva Crepaldi (Instituto de Biologia da Universidade Federal de Uberlândia/ Laboratório de Mídias Museus, Ciência, Cultura e Educação – MMuCCE)

 

13) Do museu imaginário ao artefato museal: uma construção por meio do assemblage

Museus tem tentado cada vez mais se aproximar do público por meio de provocações, atividades lúdicas, artefatos interativos e esteticamente atraentes. Mas o que acontece quando alguém se atreve a imaginar um ideal de museu? Um museu para além das paredes feitas de concreto e várias camadas de tinta sobrepostas? Como seria imaginar sua composição, estrutura e exposição? Que dirá então os artefatos maravilhosos que poderiam lá estar. Que limites existem para a criação de um museu imaginário? Sendo assim, a oficina tem por objetivo discutir os potenciais que envolvem espaços não formais, com foco em museus, e o desenvolvimento de artefatos, por meio de assemblage, para um museu quase onírico, perpassando hora pela racionalidade estrutural dos conceitos museais e hora pelo delírio de produção de algo que está internalizado nos impulsos de criatividade, nas “inquietações, saberes e sensibilidades”.

Proponentes: Vinicius Abrahão de Oliveira e Mariane Schimdt (Instituto de Biologia da Universidade Federal de Uberlândia/ Laboratório de Mídias Museus, Ciência, Cultura e Educação – MMuCCE)

  

14) Ensinar ciências para crianças na escola: produção de saberes/experiências sobre a docência

A oficina tem intenção de produzir recursos e estratégias para ensinar ciências a partir de concepções pedagógicas ancoradas na alfabetização científica. Nessa linha, visa desenvolver conhecimentos, atividades e metodologias que valorizem e incentivem ações interdisciplinares no ensino e aprendizagem em ciências, articulando práticas educativas em ciências com os processos de aquisição da leitura e da escrita. Isto contribuirá para o desenvolvimento qualitativo de concepções educativas de ensino de ciências ministrado nos anos iniciais do ensino fundamental, rompendo com visões preconcebidas da produção dos conhecimentos científicos.

Proponentes: Profa Dra Claudia Avelar (FACED/UFJF); Profa Alyssandra Oliveira Braga(SEE-JF); Profa Aparecida Maria Cantarino (SME-UFJF); Profa Luciana Vieira Ribeiro (SME-JF)

 

15)  Dinamização do ensino de Ciências e Zoologia através de visitas orientadas e utilização de modelos facilitadores

O objetivo desta oficina é compartilhar experiências acumuladas ao longo de 15 anos de desenvolvimento do projeto “Dinamização do ensino de Ciências e Zoologia: integração DZOO- escolas”. Este projeto visa promover uma forma dinâmica do aprendizado de Zoologia, após identificar a demanda e as necessidades dos professores e alunos das escolas da rede pública e particular. São realizadas visitas orientadas aos laboratórios de do Departamento de Zoologia, com exposição e comentários sobre vários representantes da fauna, palestras proferidas sobre temas escolhidos pelos professores das escolas, e oficinas, nas quais são apresentados modelos que facilitam o aprendizado de um tema sobre animais considerados de difícil apreensão.

 Proponentes:  Profª Drª Sônia Sin Singer Brugiolo (ICB/UFJF) e Profª Drª Bernadete Maria de Sousa (ICB/UFJF)

 

16) O uso das Tecnologias digitais e em rede na sala de aula contemporânea: possibilidades para aprendizagem

 A oficina propõe o contato com recursos tecnológicos digitais (free) disponíveis na web como possibilidades para o desenvolvimento de aulas, e também debater sobre tais usos na educação. Para tanto, serão propostas atividades práticas como experimentação de alguns recursos online.

 Proponentes: Profas: Dra. Adriana Rocha Bruno (PPGE/PPGP-FACED-UFJF) e Ms. Ana Carolina Guedes Mattos (Colégio João XXIII)

 

A inscrição na oficina acontecerá durante o primeiro dia do evento, no momento do credenciamento!!

 

 

III Encontro Regional de Ensino de Biologia