Clipping UFJF – 22, 23 e 24 de Novembro de 2015

Veículo: Tribuna de Minas

Editoria: Painel

Data: 22/11/2015

Link: http://www.tribunademinas.com.br/fora-dos-partidos/

Fora dos partidos

E foi com esses dados em mãos que alguns setores começaram a montar uma lista de novos candidatos para a eleição de 2016, incluindo na relação alguns nomes que já passam pelas primeiras especulações e outros que soam como verdadeira novidade. Em comum, eles têm o perfil de bem-sucedidos em suas áreas de atuação. Nessas amostragens, surgiram os nomes do ex-presidente da Associação Comercial Aloísio Vasconcelos, do empresário da construção civil Wilson Rezende Franco (Wilson da Rezato), do médico e presidente da Unimed Juiz de Fora, Hugo Borges, do empresário Eduardo Lucas e do ex-reitor da UFJF Henrique Duque.

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Veículo: Tribuna de Minas

Editoria: Cesar Romero

Data: 22/11/2015

Link: http://www.tribunademinas.com.br/coluna-cr-22-11-2015-4/

Coluna CR – 22-11-2015

Seminário em BARBACENA

    Um sucesso oII Seminário ComCiMe realizado pelo grupo de pesquisa Comunicação, Cidade, Memória e Cultura da UFJF, na Epcar, em Barbacena. Com o tema “Narrativas, espaço e memória”, o encontro teve a participação de bolsistas de iniciação científica e mestrandos da UFJF, além do professor Jairo Faria, da UFSJD, que apresentaram resultados de suas pesquisas. Na foto, a líder do ComCiMe, professora Christina Ferraz Musse entre Isabella Gonçalves, Ramsés Albertoni, Bárbara Duque, Helena Oliveira, Catarina Schneider, Ana Clara Campos, Gilberto Faúla, Maria Barros, Jussara Souza, Rosali Henriques, Anderson Luiz, Lívia Machado e Andréia Oliveira.

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Veículo: Tribuna de Minas

Editoria: Cesar Romero

Data: 22/11/2015

Link: http://www.tribunademinas.com.br/coluna-cr-22-11-2015-7/

Coluna CR – 22-11-2015

Quem FALA

A convite do professor Lucas Gamonal Barra de Almeida, a blogueira Larissa Gomes (Rosa dos Ventos) fala nesta segunda, no Instituto de Ciências Humanas da UFJF.

O tema é “Viagens contemporâneas: o desapego e o nomadismo como estilo de vida”.

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Veículo: Tribuna de Minas

Editoria: Cidade

Data: 22/11/2015

Link: http://www.tribunademinas.com.br/sonho-do-intercambio-mais-distante-momento-de-buscar-novas-fontes-de-recursos/

Sonho do intercâmbio mais distante

A decisão do Governo federal de suspender, para o próximo ano, novas bolsas do programa “Ciência sem fronteiras” (CsF) pegou de surpresa alunos das instituições federais de Juiz de Fora que tinham planos de viver uma experiência acadêmica no exterior. UFJF e IF Sudeste já preveem a redução do número de intercambistas, embora considerem que isso não afete o processo de internacionalização. A decisão foi anunciada pelo MEC diante da crise financeira, adiantando que não haveria recursos para novas bolsas no orçamento de 2016, mas apenas para a manutenção dos alunos que já estão no programa. A alta do dólar também pesou na decisão, já que o custo por aluno enviado tornou-se ainda maior. Em nota enviada à Tribuna, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) informou que o programa terá continuidade ao longo dos próximos anos, mas que ainda não há data para o lançamento de novos editais. “Todas as bolsas atuais estão mantidas e todos os estudantes que permanecerão no exterior com bolsa do programa também terão suas bolsas mantidas até o fim do intercâmbio”, garante. Desde o início do CsF, em 2011, a UFJF já enviou 750 alunos de graduação para o exterior, sendo que 120 continuam fora do país, com previsão de mais dez embarcarem nos próximos dias. No IF Sudeste, o número chegou a 81.

Com a intenção de se inscrever no CsF, Lucas Henrique Vieira, 21 anos, aluno de engenharia civil da UFJF, chegou a prestar o Toefl – exame internacional procurado por quem pretende ingressar em universidades de países de língua inglesa. Ele esperava estudar em Chicago, nos Estados Unidos. “Minha nota no Toefl era suficiente para passar no último edital. Com as cem vagas que ofereciam, já era difícil, agora deve ficar mais complicado ainda”, prevê.

O aluno de medicina Diogo Santos, 25, também lamenta ter o sonho de um intercâmbio fora do país adiado. “Meus pais lutam para me manter em Juiz de Fora e dificilmente poderiam me ajudar no exterior. É uma oportunidade muito boa, por lidar com tecnologias, outras informações e aprimorar o idioma”, lamenta. Do mesmo curso, Eduardo Alvarenga Villella, 23, afirma ter desistido. “Estava quase me matriculando em um curso particular de línguas quando descobri que as novas inscrições do ‘Ciências sem fronteiras’ foram suspensas. Agora, desanimei, pois não sei se abrirão novas bolsas futuramente”, diz.

A diretora de Relações Internacionais da UFJF, Rossana Melo, garante que não é o fim do “Ciência sem fronteiras”, no entanto, afirma ser necessário repensar as ações. “A internacionalização das instituições de ensino superior é um caminho sem volta, fundamental para promover o crescimento institucional e excelência acadêmica. Na UFJF, vamos promover discussões e eventos que continuem a contribuir para a internacionalização e para o prosseguimento do CsF”, explica.

Programa interno está garantido

Rossana Melo confirmou a realização, no ano de 2016, do Programa de Intercâmbio Internacional de Graduação (PII-Grad), no entanto, diante da situação financeira, o número de bolsas a serem ofertadas ainda é incerto. Atualmente são cem alunos no exterior somente pelo programa, sendo que a média anual é de 150. No PII-Grad, a UFJF arca com o pagamento de mensalidades nas instituições que acolhem os estudantes brasileiros.

Segundo ela, a UFJF possui convênios com universidades em todos os continentes, o que possibilita o intercâmbio acadêmico para os estudantes, professores e funcionários, independente do “Ciência sem fronteiras”. Ao todo, são 220 convênios com instituições estrangeiras que permitem à universidade prosseguir com as ações de internacionalização. Além disso, reforça a continuidade do programa “Idiomas sem fronteiras”. “Como ação complementar às atividades do CsF e de outras políticas públicas de internacionalização da educação superior, o ensino e aprendizagem de outros idiomas estrangeiros ganham mais incentivo na comunidade universitária”, destaca.

Momento de buscar novas  fontes de recursos

Considerado referência pelo MEC na implementação e avaliação do “Ciência sem fronteiras”, o IF Sudeste também terá o número de alunos no exterior reduzido. Apesar disso, o assessor de Relações Internacionais, Wagner Belo, destaca que é um momento de desafios, de buscar novas fontes de recursos para garantir a mobilidade dentro do programa de internacionalização. “Temos que correr atrás para não permitir que o processo pare. O número de alunos que a gente consegue mandar com recursos de agências de fomento é muito menor, mas temos conseguido recursos em editais, como um recente da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig), por exemplo, que nos garantiu R$ 79 mil. É preciso ficar atento a outros editais para além do Governo federal, que não é a única fonte de recursos”, analisa.

Segundo Wagner, este é o momento para se refletir a forma como o programa vinha sendo executado pelas instituições até então. “É preciso mensurar qual o real impacto para as instituições. Não dá mais para manter o modelo de ‘turismo sem fronteiras’. As instituições de ensino não se preocuparam em estabelecer os critérios mínimos de acompanhamento e controle dos alunos. Não basta apenas colocar a culpa no Governo federal. As universidades fizeram muito pouco para acompanhar esses alunos”, constata.

O IF tem hoje 34 alunos, de 11 cursos, que estão na Europa, Oceania e América do Norte pelo “Ciência sem fronteiras”, aprovados nos processos de 2014 e 2015. Um novo edital foi lançado nos últimos dias para a seleção de quatro alunos para um intercâmbio de 11 semanas na Inglaterra. O financiamento é 100% britânico, segundo o professor, para a realização de um programa piloto com cursos de tecnólogo.

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Veículo: Tribuna de Minas

Editoria: Esporte

Data: 23/11/2015

Link: http://www.tribunademinas.com.br/eberth-silverio-e-amanda-oliveira-vencem-corrida-da-adjf/

Eberth Silvério e Amanda Oliveira vencem Corrida da ADJF

A apenas uma prova para o encerramento do Ranking de Corridas de Rua de Juiz de Fora, a disputa pelo título da temporada ainda segue aberta. Neste domingo (22), pela Corrida da ADJF, os campeões foram Eberth Silvério (Vidativa) e Amanda Oliveira (VivaSports). Eles completaram os 6,5km do percurso com o tempo de 18min45s e 23min02s, respectivamente.

O pódio masculino contou também com Jocemar Correa (Vidativa), Robinson Gomes Jr (UFJF), Antônio José Gonçalves (Vem Correr) e Nilmar dos Santos (R21 Sports). Entre as mulheres, além da campeã Amanda Oliveira, cruzaram a linha de chegada na frente Aline Barbosa (Granbery Educação Física), Amanda Zampieri (Vida e Saúde), Andrileia do Carmo (Gemacom Tech) e Danielle Fávero (Vidativa).

Entre os portadores de necessidades especiais (PNE’s), Fabrício Húngaro (Tri Runner) e Mariana da Consolação Jardim (JF Paralímpico/ACJF) foram os vencedores, com o tempo de 22min02s e 32min27s, respectivamente. Já nas equipes, o título foi conquistado por Vem Correr entre os homens e Viva Sport Club entre as mulheres.

A última e decisiva prova do ano será a Corrida da Tecnobit/PJF, no dia 6 de dezembro. 

Confira abaixo a classificação de todos os participantes:

EXTRAOFICIAL – GERAL MASCULINO

EXTRAOFICIAL – GERAL FEMININO 

EXTRAOFICIAL – EQUIPES MASCULINAS 

EXTRAOFICIAL – EQUIPES FEMININAS 

EXTRAOFICIAL – PNEs 

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Veículo: Hoje em Dia 

Editoria: Horizontes 

Data: 23/11/2015

Link: http://www.hojeemdia.com.br/horizontes/tecnologia-na-palma-da-m-o-para-detectar-leite-adulterado-1.361856

Tecnologia na palma da mão para detectar leite adulterado

Pesquisadores da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), na Zona da Mata mineira, desenvolveram um equipamento portátil capaz de identificar produtos adicionados ao leite de maneira irregular. O MilkTech, como foi batizado, faz uma análise quase instantânea do produto e acusa a presença de água e soda cáustica, por exemplo, principais substâncias usadas para fraudar a bebida.

A tecnologia digital, que cabe na palma da mão e permite a avaliação do leite direto na fonte, ou seja, quando ainda está na fazenda, foi testada por quase dez anos e já está pronta para ser comercializada. A expectativa é a de que o produto chegue ao mercado custando cerca de R$ 6 mil.

Fim da fraude

Coordenadora da pesquisa, doutora em física e professora na UFJF, Maria José Bell aposta no equipamento como uma forma simples e de fácil manuseio para frear as constantes situações de fraude em leite, no país. O Brasil é o quinto maior produtor da bebida no mundo. No ranking nacional, Minas Gerais ocupa o topo, respondendo por 27% da produção local.

“O modelo de fiscalização usual pula uma etapa importante, que é a de verificar o leite antes de ele sair da fazenda. Muitas vezes, as substâncias são colocadas no produto no meio do caminho, entre a fonte e o laticínio”, explica a pesquisadora. Ainda segundo ela, há casos em que perde-se carregamentos inteiros justamente por não haver um controle direto na fonte.

O MilkTech é um dos trabalhos que serão divulgados no Inova Minas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). A mostra acontece entre hoje e amanhã, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte.

Processo

O equipamento digital demora menos de dez segundos para indicar o resultado do leite testado. A análise, que pode ser feita em apenas um copo da bebida, indica não só a presença de substâncias proibidas – soda cáustica, açúcar, soro, bicarbonato de sódio, dentre outros – como identifica a acidez do produto.

“Há casos em que são usados reconstituintes para recuperar propriedades do leite que já está estragado. O aparelho vai medir a acidez e dizer se está ou não bom para o consumo”, detalha Bell.

Há seis meses, a Polícia Federal deflagrou mais uma fase da operação Leite Compensado, que revelou adulteração em carregamentos de produção no Rio Grande do Sul. Seis pessoas foram presas.

Fiscalização no Brasil é feita mensalmente e por amostragem

A fiscalização do leite produzido no Brasil é feita por amostragem. Desde 2011, segundo o programa de Qualidade do Leite do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), cada propriedade rural deve fornecer, mensalmente, amostras do produto cru que são analisadas em laboratórios credenciados. A regra é válida apenas para o leite de vaca.

Os estabelecimentos, oito no total, ficam em Goiânia (Goiás), Passo Fundo (Rio Grande do Sul), Curitiba (Paraná), Belo Horizonte, Juiz de Fora, Concórdia (Santa Catarina), Piracicaba (São Paulo) e Recife (Pernambuco).

Já com relação à indústria, a inspeção é diferente. Ao contrário do que ocorre com a carne, por exemplo, que tem um monitoramento constante e diário, produtos lácteos são fiscalizados conforme um cronograma específico determinado pelo Mapa.

De acordo com o ministério, cabe à empresa que fabrica garantir a qualidade do produto comercializado. Sendo assim, as indústrias, incluindo as de leite, devem trabalhar com o conceito de autocontrole e atestar ao consumidor a boa condição dos produtos que estão sendo vendidos.
 
Números

Entre 2007 e 2013, foram adotad[/TEXTO]as 166 medidas cautelares contra empresas de leite que adulteraram produtos – 48 delas eram mineiras, 19 do Rio Grande do Sul, segundo maior produtor da bebida no país, e 15 estavam em São Paulo.

Em 2013, o Ministério da Justiça e o Ministério Público do Rio Grande do Sul deflagraram uma operação e descobriram fraude de leite em quatro grandes indústrias de laticínios. As investigações confirmaram que as empresas transportadoras acrescentavam formol nos lotes durante o processo de transporte, isto é, antes mesmo que o produto fosse envasado.

A substância, tóxica em qualquer quantidade para o organismo, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), é usada para aumentar o volume do produto. Ingerido, inalado ou em contato com a pele, o produto é cancerígeno.

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Veículo: Hoje em Dia 

Editoria: Horizontes 

Data: 23/11/2015

Link: http://www.hojeemdia.com.br/horizontes/deputados-estudam-proposta-de-lei-que-impede-instalac-o-de-novas-barragens-com-rejeitos-liquidos-1.361998

Deputados estudam proposta de lei que impede instalação de novas barragens com rejeitos líquidos

A criação de uma lei que impeça a instalação de novas barragens com rejeitos líquidos e mais cuidado com os afluentes “que poderão devolver vida ao rio Doce” estão entre as propostas que os deputados da Comissão Extraordinária das Barragens da Assembléia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) prometeram avaliar, depois de se reunirem em Governador Valadares, Leste do Estado, nesta segunda-feira (23). Também ouviram protestos e pedidos de providências “mais firmes” contra a Samarco.

A encontro foi realizado na Câmara Municipal da cidade sem a participação da Samarco e da Vale, que teriam sido convidadas, mas não enviaram representantes. Além de um balanço das medidas emergenciais adotadas para socorrer os 280 mil valadarenses que ficaram sem água potável nas torneiras por mais de uma semana, os deputados se debruçaram sobre sugestões para evitar novos desastres como o de Mariana e para garantir água aos que dependem do rio Doce. Até esta segunda, só de água mineral Valadares já distribuiu cerca de 2,7 milhões de litros, mas há quem garanta ainda não ter sido beneficiado.

Entre as providências que os deputados prometem ajudar a cobrar está a construção de uma fonte alternativa de captação nos rios Suacui Grande e Suacui Pequeno; e a recuperação da Bacia Hidrográfica do Rio Doce que margeia 228 municipios. “Vinhamos matando o rio Doce, ao longo dos anos, até que veio a Samarco e deu o golpe final”, reclama o vereador Paulinho Costa (PDT), denunciando que 100% do esgoto de Valadares é lançado sem tratamento no rio Doce.

Depois de classificar o desastre como extremamente grave para as pessoas e a natureza, o presidente da Associação dos Pescadores e Amigos do Rio Doce (Apard), José Francisco Abreu, disse que é preciso ter esperança. Além de sugerir a proibição de qualquer tipo de pesca no rio Doce nos próximos anos, mesmo com anzol, ele quer que o Estado de atenção especial aos afluentes do rio Doce. Na região, o mais preservado seria o Rio Corrente. “Precisamos cuidar porque 98% da vida no rio Doce virá desses afluentes”, garante.

A qualidade da água distribuida pelo SAAE nas torneiras – com cheiro e gosto de cloro e cor barrenta – foi questionada por alguns vereadores e representantes da comunidade, mesmo depois que a prefeita Elisa Costa e o diretor da autarquia Omir Quintino, que estavam presentes a reunião, assegurarem ser potável, mas o promotor Criminal e de Direitos Humanos, Evandro Ventura, prometeu esclarecer essa dúvida em breve.

Amostras de água foram coletadas pelo MP em parceria com técnicos da UFJF no rio Doce, nas cinco estações de tratamento (ETAs) e torneiras para análises. Também foi coletada água em Galiléia, que é cidade vizinha a Valadares. “O objetivo é analisar, de forma ampla e completa, a qualidade da água que é consumida pela população. Vamos divulgar os resultados para todos”, garantiu o promotor. A expectativa é que o resultado saia em uma semana.

Segundo o promotor, uma pessoa já foi presa em flagrante por vender água com preço acima do que era praticado pelo mercado. Também salientou que o governo federal precisa reconhecer o Estado de Calamidade decretado no dia 10 deste mês pelo município para que, entre outras medidas, os moradores que tiveram prejuízos econômicos possam sacar o FGTS.

“Mas o que espero, sinceramente, é que consigamos sair daqui (reunião) com uma questão muita específica que é cobrar da Samarco uma posicão oficial e definifiva a cerca das barragens, que estamos escutando, correm o risco de se romper”, enfatizou, lembrando que se uma delas se romper, a tragédia em Mariana poderá ser maior e os ribeirinhos vão ter que enfrentar tudo outra vez. E o rio, que ainda não se recuperou, sofrerá novo golpe. Segundo o MP também faz investigacões nesse sentido.

O deputado José Bonifácio Mourão (PSDB), que presidiu os trabalhos, avaliou o debate como positivo e acima de questões partidárias. “Temos que trabalhar para que as empresas que extraem minéiro em Minas não façam mais barragens da forma como sempre fizeram até agora e que se corrijam as existentes com fiscalização permanente da ALEMG, MP e da Justiça. E o que buscaremos aprendendo lamentavelmente com a tragédia em Mariana”.

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Veículo: Tribuna de Minas

Editoria: Painel

Data: 24/11/2015

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Nome na rua

O deputado Wadson Ribeiro foi lançado sábado candidato a prefeito de Juiz de Fora, durante a Conferência Municipal do PCdoB, mas seu nome não está colocado em caráter definitivo em razão de outras articulações. O próprio parlamentar, que já estava ontem em São Paulo participando de reunião da direção nacional, enfatizou que até dezembro o partido vai esperar o ex-reitor da Universidade Federal de Juiz de Fora Henrique Duque. “Meu nome foi colocado, mas, se o Henrique se filiar e se apresentar como opção, ele pode ser o nosso candidato”, explicou. Há cerca de duas semanas, o ex-dirigente da UFJF conversou longamente com as lideranças do PCdoB e revelou sua intenção de se filiar. Tudo, porém, depende de pendências que o próprio Duque antecipou já estarem sendo resolvidas.

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Veículo: Tribuna de Minas

Editoria: Cesar Romero

Data: 24/11/2015

Link:http://www.tribunademinas.com.br/coluna-cr-24-11-2015/

Coluna CR – 24-11-2015

Grande conquista

Clima de festa entre os funcionários da UFJF.

Após 15 anos de intensa luta, finalmente saiu a carta sindical do Sintufejuf, entregue no Ministério do Trabalho e Previdência Social, em Belo Horizonte.

Com isso, o Sintufejuf ganha o direito de representar os trabalhadores técnicos administrativos em educação da UFJF.

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Veículo: Tribuna de Minas

Editoria: Cidade

Data: 24/11/2015

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Alunos vivenciam dificuldades nas ruas

A inversão de papéis é o primeiro passo para o ser humano mudar seus hábitos e eliminar preconceitos. Na manhã de ontem, 32 alunos do Curso de Arquitetura e Urbanismo da UFJF tomaram as ruas do Centro para realizar uma atividade acadêmica para vivenciarem, na prática, os desafios diários impostos às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida diante dos equipamentos públicos que deveriam ser destinados à acessibilidade. Para sentirem na pele estas dificuldades, como rampas nas calçadas feitas com inclinações incorretas e solo irregular, eles utilizaram vendas nos olhos, protetores auriculares e uma cadeira de rodas, simulando a vida de pessoas cegas, surdas e cadeirantes.

Os grupos se dividiram nos seis pontos da cidade avaliados durante a atividade. Entre eles estiveram o Parque Halfeld, a Praça da Estação, o Calçadão da Halfeld, a Rua Santo Antônio e as avenidas Getúlio Vargas e Rio Branco. “Quando nos colocamos no lugar do outro percebemos que as dificuldades são enormes. Muitos deficientes andam por aí em pisos irregulares e sem segurança alguma. Isto toca bastante a gente, no sentido de pensar mais no próximo”, comenta a estudante do 2º período do curso Laura Soares, 19 anos. Ela acompanhava o colega Eduardo Rosa, 23, que encarou a atividade com os olhos vendados. “Senti muita dificuldade em identificar os obstáculos. Próximo do orelhão, por exemplo, não tinha o piso tátil. Quase caí sobre ele”, comenta.

José Augusto Recker, 24, aluno do 3º período, conta que a dificuldade começou ainda na saída da UFJF. “Fui como cadeirante e, antes mesmo de chegar ao ponto de ônibus, quase cai em um buraco. Meus colegas me seguraram. Subi e desci do ônibus pelo elevador e vi como as pessoas dentro do coletivo desviam o olhar quando passam por um deficiente”, comenta. “Percebemos que muitas pessoas tratam os deficientes como se fossem invisíveis, já outras não sabem como podem ajudá-los. Isto cria em nós uma sensação de impotência”, comenta Letícia Ramalho, 19, também do 3º período. “Mesmo escutando pouco, a gente percebe como é difícil se locomover sem a audição. A gente não consegue perceber o que vem próximo de nós. Isto complica bem o trajeto”, ressalta Deivid Matos, 26, também integrante do grupo.

“Queremos que estes futuros arquitetos e urbanistas se sensibilizem para a questão das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, para que eles possam identificar e quebrar, no futuro, as barreiras existentes entre estas pessoas e a cidade”, destaca o professor Emmanuel Pedroso, coordenador da atividade. Segundo ele, embora as edificações estejam atentas às normas de acessibilidade, é necessário quebrar as barreiras físicas, comportamentais e de informação. “Os alunos precisam se colocar no lugar destas pessoas para que elas não passem despercebidas.” A atividade faz parte da disciplina eletiva Acessibilidade no ambiente construído e reuniu alunos do 1º, 2º e 3º períodos do curso. Ao final do semestre, como conclusão dos trabalhos, os alunos vão elaborar sugestões de melhorias aos locais avaliados.

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