No Dia do Médico, profissionais falam de vocação e comprometimento

diadomedicoMédicos que atuam ou atuaram no Hospital Universitário serão homenageados nesta sexta-feira, dia 18, pela Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora. Maria Teresa Feital, Acrysio Henriques de Mendonça, Ciríaco Bernardino Almeida Pereira Brandão, Raul Fernando Binato Lamim e José Maria Domith receberão a medalha “Mérito Médico Dr. João Penido”. De acordo com o presidente da Sociedade de Medicina e Cirurgia, Elídio Lana, a homenagem se destina a todos aqueles que tenham prestado relevantes serviços à população juiz-forana e que sejam referência de competência e conduta ética para jovens médicos. É observado também o mínimo de 20 anos de atividade e a participação como Membro Efetivo a Associação Médica de Juiz de Fora.

“Muito se engana quem pensa que medicina é só ajudar a curar as pessoas. Medicina é tratar, é dar conforto, é aliviar os sintomas do paciente. Também dar conforto nos momentos em que nós, médicos, não conseguimos obter êxito no tratamento: temos que saber lidar com a morte também”.

A partir desses princípios, o médico Igor Monteiro Pontes, residente em Neurologia no Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora (HU/UFJF) descreveu a profissão que escolheu para sua vida e que é homenageada no neste dia 18, Dia do Médico. A data é comemorada em muitos países, como Brasil, Portugal, França, Espanha, Itália, Bélgica, Polônia, Inglaterra, Argentina, Canadá e Estados Unidos e foi escolhida por ser o dia consagrado a São Lucas, padroeiro da medicina. “Ajudar a tratar as pessoas e ver o resultado do seu trabalho mudando a vida delas é muito gratificante”, acrescenta o médico. “Quando eu era pequeno e tinha que ir ao médico, sabia, quase que com certeza, que ele ia resolver o meu problema”.

Seguindo a mesma linha de pensamento, o cirurgião geral Fernando Vidigal, chefe do Serviço de Cirurgia do Aparelho Digestivo do Hospital Universitário, afirma que “a grande missão do médico é aliviar o sofrimento humano”. “A medicina é uma profissão que tem muitas características próprias, pois alia o conhecimento técnico e científico ao lado humanístico, que não pode ser esquecido”. Segundo ele, a atenção que se dá ao doente é tão importante quanto o conhecimento técnico. “Os pacientes que encontramos aqui são pessoas muito carentes, tanto de recursos financeiros quanto de carinho e atenção, com dificuldades de acesso a esses recursos”.

Já o médico Sérgio Paulo dos Santos Pinto, diretor Clínico do HU, nunca tinha sonhado em ser médico. Porém, quando foi prestar vestibular, acabou por escolher a medicina, e hoje não se enxerga em outra profissão. Para ele, medicina é uma profissão de ajuda. Ele encontrou nela a oportunidade de poder prestar auxílio às pessoas. Que o diga a paciente do HU/UFJF Maria

Aparecida Rodrigues Dias, de 41 anos, que afirma ter encontrado bons profissionais no Hospital Universitário. “Vou operar a vesícula e os médicos daqui me passam segurança para fazer essa cirurgia”.

A pediatra Maria da Glória Pereira Mesquita vê a medicina como uma paixão. Segundo ela, o profissional tem que ter respeito pelo ser humano, ser acolhedor e saber cuidar dos pacientes que o procuram. Conta ainda que gosta de trabalhar no HU devido à facilidade em atender a criança, podendo vê-la de “maneira inteira”, já que conta com uma equipe multiprofissional, em que há fisioterapeutas, enfermeiros, nutricionistas, psicólogas e assistentes sociais.

Outras informações: (32) 4009-5393 (HU/UFJF)

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